quinta-feira, 12 de maio de 2016

JMJ 2016: Conheça retrato histórico da Polônia

País sofreu com o nazismo, durante a Segunda Guerra Mundial, e deu ao mundo um Papa, o primeiro polonês da história

Letícia Barbosa
Da Redação
Em julho deste ano, a Polônia sedia a 29ª Jornada Mundial da Juventude (JMJ), com o tema “Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia” (Mt 5,7). O país foi anunciado como sede do evento pelo Papa Francisco no dia 28 de julho e 2013, na Missa de envio da última edição da Jornada, no Rio de Janeiro.
Fique por dentro de algumas informações úteis e históricas do país:

Principais informações

Tendo como capital a cidade de Varsóvia, a Polônia possui uma população de mais de 38 milhões de habitantes espalhados em uma superfície de mais de 312 mil km2. O dialeto oficial é o polaco, e o regime político consiste em uma república parlamentar. A moeda é zlóti polaco.

Constituição

Considerada a primeira constituição codificada da Europa moderna e a segunda do mundo após a americana, a Constituição da República das Duas Nações foi adotada em 3 de maio de 1791.

A bandeira

A bandeira possui o formato retangular nas cores do brasão polonês: branco e vermelho. Uma variante da bandeira com o brasão de armas no meio da faixa branca também é usado. A cor branca tradicionalmente simboliza prata, água, pureza e virgindade; e o vermelho é o símbolo do fogo, da coragem e bravura. Desde o dia 2 de maio de 2004, a imagem representada acima foi declarada como bandeira oficial.

Modernidade

No ano de 1543, o astrônomo Nicolau Copérnico publicou a obra De Revolutionibus Orbium Coelestium, lançando as bases para a astronomia moderna. O cientista polonês apresentou uma teoria heliocêntrica ao afirmar que é a Terra que orbita o sol, e não o contrário, como se acreditava anteriormente. A partir de então, considera-se o fim da Idade Média na ciência, mudando profundamente a percepção do mundo, influenciando questões religiosas, políticas e filosóficas.

Tolerância religiosa

A partir do dia 28 de janeiro de 1573, foi garantida aos polacos a paz incondicional e permanente entre as diferentes denominações, direitos iguais para dissidentes religiosos e da pequena nobreza católica, e consagrada a liberdade de consciência e tolerância.

A Polônia e o Cristianismo

Em 966, as terras polonesas passaram pelo processo de cristianização a partir do batismo do primeiro Duque da Polônia, Mieszko I, fazendo com que o país pertencesse à esfera ocidental da cultura cristã. Mas só no ano 1000, a Polônia passou a ser diretamente subordinada ao Papa. Na época, o imperador foi presenteado com as relíquias de São Adalberto, o primeiro mártir polonês. Segundo dados do Central de Inteligência Americana (CIA), atualmente a Polônia possui 87% da população católica; 1,3% ortodoxa, 0,4% protestante e 10% não especificadas.

Karol Wojtyla

A Polônia já deu ao mundo um Papa: Karol Wojtyla, o Papa João Paulo II, nasceu em 18 de maio de 1920, na cidadezinha polonesa de Wadowice. Com a morte de João Paulo I, iniciou-se, em 1978, um Conclave, no qual Wotjyla foi eleito e escolheu o nome João Paulo II. Tornou-se oficialmente o 263° Sucessor de Pedro, no dia 22 de outubro de 1978, e o primeiro Bispo de Roma não italiano em 455 anos. João Paulo II morreu em 2 de abril de 2005, aos 84 anos. Foi beatificado em maio de 2011, pelo então Papa Bento XVI, e canonizado em abril de 2014, pelo Papa Francisco.

Karol Wojtyla e a II Guerra Mundial

Em 1939, Hitler invadiu a Polônia, eclodindo a Segunda Guerra Mundial. Naquela época, Karol queria ser ator e, segundo relatos, tinha muito talento para isso. Interpretava com paixão textos épicos de autores poloneses. O jovem de 19 anos era forte e atlético, mas nunca teve vocação para a violência. Ele queria ajudar a Polônia a vencer a guerra, mas estava decidido a fazer isso “ganhando os espíritos”. O teatro nacionalista seria sua arma.


Foi uma surpresa para todos os seus amigos quando ele anunciou, em 1942, que queria ser padre. Karol mudava de carreira, mas não de objetivo. Sua intenção continuava sendo a mesma: “ganhar espíritos”, manter viva a identidade polonesa. Os invasores nazistas haviam proibido as Missas e fechado todos os seminários, uma afronta à religiosidade polonesa. Portanto, estudar para ser padre era um ato subversivo.

Com o fim da guerra, os soviéticos expulsaram os nazistas, mas a vida dos padres continuou difícil. Afinal, os comunistas rejeitavam a religião. Karol manteve a mesma postura, de resistência firme e tranquila. Sua forma de combater o comunismo era ensinar os valores católicos, ajudar as pessoas a levar uma vida guiada por Cristo.

Fonte: Canção Nova

7ª Semana da Páscoa - Quinta-feira 12/05/2016

Evangelho (Jo 17,20-26)
 
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
 
Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos ao céu e rezou, dizendo: 20“Pai santo, eu não te rogo somente por eles, mas também por aqueles que vão crer em mim pela sua palavra; 21para que todos sejam um como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, e para que eles estejam em nós, a fim de que o mundo creia que tu me enviaste.
22Eu dei-lhes a glória que tu me deste, para que eles sejam um, como nós somos um: 23eu neles e tu em mim, para que assim eles cheguem à unidade perfeita e o mundo reconheça que tu me enviaste e os amaste, como me amaste a mim. 24Pai, aqueles que me deste, quero que estejam comigo onde eu estiver, para que eles contemplem a minha glória, glória que tu me deste porque me amaste antes da fundação do universo. 25Pai justo, o mundo não te conheceu, mas eu te conheci, e estes também conheceram que tu me enviaste.
26Eu lhes fiz conhecer o teu nome, e o tornarei conhecido ainda mais, para que o amor com que me amaste esteja neles, e eu mesmo esteja neles”.



— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.


quarta-feira, 11 de maio de 2016

Encontro de jovens (10/05)






Papa encoraja jovens a dar a vida pelo Evangelho

Francisco pediu que no lugar da insatisfação que atinge os jovens cresça a voz do Espírito que os leve a gastar a vida por causas nobres

Da Redação, com Rádio Vaticano
Descrição: Foto: L'Osservatore Romano
Foto: L’Osservatore Romano
O Papa Francisco iniciou suas atividades nesta terça-feira, 10, celebrando a missa na capela de sua residência, a Casa Santa Marta.
A homilia de Francisco foi inspirada no trecho dos Atos dos Apóstolos que narra a despedida de Paulo da comunidade de Mileto. Trata-se de uma cena emocionante: Paulo sabe, e o diz, que não verá mais aquela comunidade, os presbíteros de Éfeso que mandou chamar e agora estão ao seu redor. Chegou a hora de partir para Jerusalém, é ali que o Espírito o conduz, o mesmo Espírito do qual reconhece o absoluto senhorio sobre sua vida, que sempre o impulsionou ao anúncio do Evangelho, enfrentando problemas e penas. Francisco destacou que este trecho evoca a vida do missionários de todas as épocas.
“Partiam obrigados pelo Espírito Santo: uma vocação! E quando, nesses lugares, vamos ao cemitério e vemos suas lápides: muitos morreram jovens, com menos de 40 anos. Porque não estavam preparados para suportar as doenças locais. Deram a vida jovens: ‘gastaram’ a vida. Eu penso que eles, naquele último momento, longe de sua pátria, de sua família, de seus caros, tenham dito: ‘O que eu fiz valeu a pena!'”.

Missionários, glória da Igreja

O Papa explicou que o missionário parte sem saber o que lhe espera e citou a despedida da vida de São Francisco Xavier narrado por José María Pemàn, escritor e poeta espanhol de 1900. Uma página que evoca aquela de São Paulo, que disse em seu discurso de despedida: “Sei apenas que, de cidade em cidade, o Espírito Santo me adverte, dizendo que me aguardam cadeias e tribulações”. Francisco disse que o missionário sabe que a vida não será fácil, mas prossegue.
Ao falar sobre os apóstolos de hoje o Papa se emocionou.
“Os nossos missionários, esses heróis da evangelização dos nossos tempos. A Europa que encheu de missionários outros continentes… E esses partiam sem voltar… Creio que seja justo agradecer ao Senhor por seu testemunho. É justo que nós nos alegremos por ter esses missionários, que são testemunhas verdadeiras. Eu penso em como foi o último momento deles: como pode ter sido a despedida? Como Xavier: ‘Deixei tudo, mas valeu a pena!’. Anônimos, foram embora. Outros mártires, isto é, oferecendo a vida pelo Evangelho. Esses missionários são a nossa glória! A glória da nossa Igreja!”.

Jovens, “gastem” a vida por causas nobres

Ao concluir, Francisco pediu que no lugar da insatisfação que atinge os jovens de hoje, cresça a voz do Espírito que os leve a gastar a vida por causas nobres.
“Gostaria de dizer aos jovens de hoje que não se sentem à vontade, que dizem ‘não estou muito feliz com esta cultura do consumismo, do narcisismo…’, olhem o horizonte! Olhem para lá, olhem para esses nossos missionários! Pedir ao Espírito que os obrigue a ir para longe, a ‘gastar’ a vida. É uma palavra um pouco dura, mas a vida vale a pena ser vivida. Mas para vivê-la bem, ‘gastá-la’ no serviço, no anúncio, e ir avante. Esta é a alegria do anúncio do Evangelho”.

Fonte: Canção Nova

Com 300 vozes, coral se prepara para a Jornada da Juventude 2016

Das 2 mil inscrições recebidas, 300 pessoas foram selecionadas para integrar o coral
Da redação, com krakow2016.com
O coral da Jornada Mundial da Juventude Cracóvia 2016 está trabalhando desde setembro de 2013. Nos últimos 2 anos, músicos e cantores enviaram suas inscrições manifestando o desejo de participar do coral principal dos Atos Centrais em julho de 2016.
Das 2 mil inscrições recebidas, e após várias rodadas de entrevistas, 300 pessoas foram selecionadas para integrar o coral.
Durante as audições, a Comissão levou em consideração as condições vocais, prévia experiência musical, formação acadêmica e atividade musical realizada pelo candidato.
Uma equipe especial de músicos, junto com o Departamento dos Atos Centrais do Comitê Organizador Local, está encarregada dos arranjos musicais da JMJ.
Uma orquestra participará dos eventos em julho, e junto com o coral irá compor a liturgia. O grupo é formado principalmente por estudantes de academias de música e graduandos de escolas secundárias com orientação musical.
Os ensaios regulares do coral estão acontecendo há dois meses em Łagiewniki, onde os cantores e maestros trabalham o repertório de julho. Em junho, a orquestra irá juntar-se também ao coral. O programa incluirá tanto obras do repertório tradicional polonês e internacional, quanto obras compostas especialmente para a JMJ Cracóvia 2016.
Veja algumas das obras: MisericordiasDomini i Deus Caritas de HenrykJan Botor; Nie lękajcie się de PiotrPałka; Jezu ufam Tobie do Pe. Wojciech Kałamarz, Adorote Devote, Jesus Christ you are my life, Emmanuel, Abba Ojcze, Misericordias Sicut Pater, Aprite le porte a Cristo, AwesomeGod, Hosanna, Cała ziemio wołaj, Oto są baranki młode do Pe.Wojciech Kałamarz; entre outras. Haverá também composições populares do evento Lednica 2000, tais como: Ojciec, Tak tak Panie, Nasze Oczekiwanie e Jezu ufam Tobie.
“O objetivo dos preparativos é ajudar os jovens que participam da JMJ a viver um verdadeiro encontro com Cristo e com Cristo em seus irmãos”, diz o texto no site oficial da JMJ 2016.
O coral da Jornada Mundial da Juventude Cracóvia 2016 apresentou-se pela primeira vez em público no dia 8 de maio, na festividade em honra a São Estanislau, em Cracóvia. Nessa ocasião, interpretou, entre outras obras, a Missa Ioannis Pauli Secundi (A Missa de São João Paulo II), escrita por Henryk Jan Botor, por ocasião do 6º aniversário do falecimento do Papa polonês.

Fonte: Canção Nova

7ª Semana da Páscoa - Quarta-feira 11/05/2016

Evangelho (Jo 17,11b-19)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos para o céu e rezou, dizendo: 11b“Pai santo, guarda-os em teu nome, o nome que me deste, para que eles sejam um assim como nós somos um. 12Quando eu estava com eles, guardava-os em teu nome, o nome que me deste. Eu os guardei e nenhum deles se perdeu, a não ser o filho da perdição, para se cumprir a Escritura.
13Agora, eu vou para junto de ti, e digo estas coisas, estando ainda no mundo, para que eles tenham em si a minha alegria plenamente realizada. 14Eu lhes dei a tua palavra, mas o mundo os rejeitou, porque não são do mundo, como eu não sou do mundo. 15Não te peço que os tires do mundo, mas que os guardes do Maligno. 16Eles não são do mundo, como eu não sou do mundo.
17Consagra-os na verdade; a tua palavra é verdade. 18Como tu me enviaste ao mundo, assim também eu os enviei ao mundo. 19Eu me consagro por eles, a fim de que eles também sejam consagrados na verdade”.



— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

domingo, 8 de maio de 2016

"Devemos anunciar a conversão para o perdão dos pecados", diz Papa

Na oração mariana do Regina Coeli, o Papa disse que todos são testemunhas da alegria de Deus, não apenas com as palavras, mas com a vida cotidiana


Da redação, com Rádio Vaticano
Neste domingo, 8, na oração mariana do Regina Coeli, o Papa Francisco refletiu sobre o significado da Ascensão do Senhor nos dias atuais.
“Desde o dia da Ascensão, foi possível para todos os Apóstolos e discípulos habitar em qualquer cidade do mundo, até mesmo nas mais atingidas por injustiças e violências, porque acima de toda cidade há o mesmo céu, e cada morador pode levantar os olhos com esperança, porque naquele céu habita Deus, que se revelou tão próximo de nós que assumiu as feições de um homem, Jesus de Nazaré.”

A proximidade aos doentes, encarcerados, idosos

Francisco diz que todos são testemunhas da alegria de Deus, não apenas com as palavras, mas com a vida cotidiana.
“Deus nunca nos deixa sós. Este é o testemunho que devemos levar durante a semana às casas, escritórios, escolas, aos lugares de encontro, de diversão, aos hospitais, cárceres, casas de idosos e periferias, e anunciar a todos a conversão, para o perdão dos pecados.”
Diante de uma multidão de fiéis, o Pontífice explicou ainda que esta missão anunciadora tem um segredo: a presença do Senhor ressuscitado, que com o dom do Espírito Santo abre as mentes e corações para anunciar seu amor e sua misericórdia, inclusive nos ambiente mais adversos das cidades.

Deus está vivo

“Ele é sempre o Deus conosco, lembremo-nos: Emanuel, Deus conosco, que não nos deixa sós”, exclamou o Francisco, convidando todos a olhar adiante e reconhecer o futuro. “Ele está vivo!”.

Comunicadores ergam pontes

Após rezar o Regina Coeli, o Papa quis se unir espiritualmente aos fiéis reunidos no Santuário de Pompeia para a tradicional Súplica à Nossa Senhora do Rosário. Em seguida, recordou que hoje celebra-se o 50º Dia Mundial das Comunicações Sociais, instituído pelo Concílio Vaticano II na consciência da importância crucial das comunicações, que “podem erguer pontes entre pessoas, famílias, grupos sociais e povos, seja no ambiente físico seja no digital”.
“Dirijo a todos os comunicadores uma saudação cordial e faço votos que o nosso modo de comunicar na Igreja tenha sempre um claro estilo evangélico, que uma verdade e misericórdia”.

Dia de todas as mães

Enfim, o Papa mencionou que em muitos países, hoje, celebra-se o dia das mães. “Recordamos com gratidão e carinho todas as mães: as que estão hoje na praça, as que estão entre nós e as que já foram para o céu. Confiamos todas elas a Maria, a mãe de Jesus”. E finalizou com a Ave Maria.

Fonte: Canção Nova

7ª Semana da Páscoa - Segunda-feira 09/05/2016

Evangelho (Jo 16,29-33)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 29os discípulos disseram a Jesus: “Eis, agora falas claramente e não usas mais figuras.30Agora sabemos que conheces tudo e que não precisas que alguém te interrogue. Por isto cremos que vieste da parte de Deus”. 31Jesus respondeu: “Credes agora? 32Eis que vem a hora – e já chegou – em que vos dispersareis, cada um para seu lado, e me deixareis só. Mas eu não estou só; o Pai está comigo. 33Disse-vos estas coisas para que tenhais paz em mim. No mundo, tereis tribulações. Mas tende coragem! Eu venci o mundo!”



— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.


FELIZ DIA DAS MÃES!


Ascensão do Senhor - Domingo 08/05/2016

Anúncio do Evangelho (Lc 24,46-53)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 46“Assim está escrito: O Cristo sofrerá e ressuscitará dos mortos ao terceiro dia 47e no seu nome serão anunciados a conversão e o perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém.
48Vós sereis testemunhas de tudo isso. 49Eu enviarei sobre vós aquele que meu Pai prometeu. Por isso, permanecei na cidade, até que sejais revestidos da força do alto”.
50Então Jesus levou-os para fora, até perto de Betânia. Ali ergueu as mãos e abençoou-os. 51Enquanto os abençoava, afastou-se deles e foi levado para o céu. 52Eles o adoraram. Em seguida voltaram para Jerusalém, com grande alegria. 53E estavam sempre no Templo, bendizendo a Deus.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

sábado, 7 de maio de 2016

Alegria e esperança caminham juntas, explica Papa

Francisco disse que a alegria sem esperança é simples divertimento, já a esperança sem alegria não vai além de um saudável otimismo
Da Redação, com Rádio Vaticano
Descrição: Papa Francisco ressaltou a importância de se recordar a História de Salvação Pessoal na Missa desta quinta-feira, 21.
Papa Francisco explicou sobre a alegria e a esperança cristã na Missa desta sexta-feira, 6 / Foto: L’Osservatore Romano
Na manhã desta sexta-feira, 06, o Papa Francisco presidiu a Missa na Capela Santa Marta, no Vaticano. Sua homilia foi centrada na leitura do dia, extraída do Evangelho de João.
Antes da Paixão, Jesus adverte os discípulos que eles ficarão tristes, mas que esta tristeza se transformará num grito de alegria. Para explicar, Ele fala da imagem de uma mulher ao dar à luz. “É na dor porque chegou a sua hora; mas quando dá à luz o menino, esquece o sofrimento: espera na dor e exulta na alegria”.
Francisco disse que a dor é dor, mas se vivida com alegria e esperança abre as portas à alegria de um fruto novo. ” Esta imagem do Senhor nos deve ajudar nas dificuldades; dificuldades por vezes árduas, que nos levam até a duvidar de nossa fé… Mas com a alegria e a esperança vamos adiante, porque depois da tempestade chega um homem novo, como a mulher quando dá à luz. E Jesus diz que esta alegria e esperança são duradouras, não passam”.
Alegria e esperança caminham juntas
O Papa explicou que a alegria sem esperança é simples divertimento, passageira e que uma esperança sem alegria não é esperança, não vai além de um saudável otimismo.
“Mas alegria e esperança vão juntas e as duas fazem esta explosão que a Igreja, em sua liturgia, quase grita, sem pudor: Exulte a tua Igreja! Exulte de alegria. Sem formalidades, porque quando uma alegria é forte, não existe formalidade: é alegria”.
Francisco disse que a alegria fortalece a esperança e a esperança floresce na alegria. “E assim vamos adiante, mas todas as duas, com este comportamento que a Igreja quer dar a estas duas virtudes cristãs, indicam um ‘sair de nós mesmos’. A pessoa alegre não se fecha em si mesma; a esperança a leva lá, é precisamente uma âncora na praia do céu que nos faz sair de nós mesmos, com alegria e esperança”.
Alegria verdadeira
A alegria humana, explicou o Papa, pode ser extraída de qualquer coisa, inclusive das dificuldades. Ele explicou que Jesus, ao contrário, quer dar uma alegria que ninguém pode tirar.
“É duradoura, até nos momentos mais sombrios”. É o que acontece na Ascensão do Senhor: “Os discípulos, quando o Senhor vai embora e não o veem mais, ficam olhando para o céu com um pouco de tristeza, mas os anjos vêm a despertá-los”. E Lucas refere que “voltaram felizes, repletos de alegria”. “Aquela alegria de saber que a nossa humanidade entrou no céu, pela primeira vez!”, diz o Papa.
Ao concluir, Francisco explicou que a esperança de viver e de chegar ao Senhor se torna uma alegria que se apodera de toda a Igreja.
“Que o Senhor nos dê esta graça, de uma alegria grande, que seja a expressão da esperança, uma esperança forte, que se torne alegria em nossa vida. Que o Senhor custodie esta alegria e esta esperança, para que ninguém as tire de nós”.

Fonte: Canção Nova

6ª Semana da Páscoa - Sábado 07/05/2016

Evangelho (Jo 16,23b-28)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:
23b“Em verdade, em verdade vos digo: se pedirdes ao Pai alguma coisa em meu nome, ele vo-la dará. 24Até agora nada pedistes em meu nome; pedi, e recebereis; para que a vossa alegria seja completa.
25Disse-vos estas coisas em linguagem figurativa. Vem a hora em que não vos falarei mais em figuras, mas claramente vos falarei do Pai. 26Naquele dia pedireis em meu nome, e não vos digo que vou pedir ao Pai por vós, 27pois o próprio Pai vos ama, porque vós me amas­tes e acre­ditastes que eu vim da parte de Deus. 28Eu saí do Pai e vim ao mundo; e novamente parto do mundo e vou para o Pai”.


— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

"Se Deus chorou, também eu posso chorar", diz Papa em Vigília

Francisco falou aos fiéis após ouvir os testemunhos daqueles que passaram pela experiência da perda de um ente querido, da perseguição e da solidão
André Cunha
Da redação
Na primeira Vigília “para enxugar as lágrimas”, realizada nesta quinta-feira, 6, o Papa Francisco disse que as mais amargas são as lágrimas causadas pela maldade humana: “as lágrimas de quem viu arrancar-lhe violentamente uma pessoa querida; lágrimas de avós, de mães e pais, de crianças…”.
A Vigília teve início às 12h5o (horário de Brasília), com três histórias. As primeiras sobre duas famílias: uma que sofreu a perda de um filho que suicidou-se aos 15 anos, e a outra que foi perseguida no Paquistão por causa do trabalho do pai, jornalista, que relatava o sofrimento dos cristãos da região.
Por último, dois irmãos gêmeos contaram a experiência de dor, de solidão, de tristeza e da busca do sentido da vida, antes do encontro com o amor misericordioso de Deus.
Descrição: papa_vigília_lagrimas
Foto: Reprodução CTV
Após ouvir os testemunhos, o Papa Francisco destacou a busca pela consolação que cada homem faz nos momentos de tristeza, na tribulação da doença, na angústia da perseguição e na desolação do luto. “A mente enche-se de interrogações, mas as respostas não chegam. A razão, sozinha, não é capaz de iluminar o nosso íntimo, compreender a dor que sentimos e dar a resposta que esperamos. Nestes momentos, temos mais necessidade das razões do coração, as únicas capazes de nos fazerem entender o mistério que envolve a nossa solidão”.
Francisco disse que de todas as lágrimas, as mais amargas são causadas pela maldade humana. Mas destacou que, nesta dor, “não estamos sozinhos”. “Também Jesus sabe o que significa chorar pela perda duma pessoa amada”, disse recordando os fatos bíblicos onde Cristo chora.
“Se Deus chorou, também eu posso chorar, ciente de que sou compreendido. O pranto de Jesus é o antídoto contra a indiferença face ao sofrimento dos meus irmãos”.
Segundo o Papa, no momento do pavor, da comoção e do pranto, a oração surge no coração de Cristo. Por isso, afirmou que a oração é o “verdadeiro remédio” para o sofrimento humano. “Na oração, também nós podemos sentir a presença de Deus ao nosso lado”, afirmou.
Por último, Francisco apontou que a “força do amor” transforma o sofrimento na certeza da vitória de Cristo e do homem, na esperança de um dia contemplar o rosto da Santíssima Trindade, “fonte eterna da vida e do amor”.

Fonte: Canção Nova

6ª Semana da Páscoa - Sexta-feira 06/05/2016

Evangelho (Jo 16,20-23a)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:
20“Em verdade, em verdade vos digo: Vós chorareis e vos lamentareis, mas o mundo se alegrará; vós ficareis tristes, mas a vossa tristeza se transformará em alegria. 21A mulher, quando deve dar à luz, fica angustiada porque chegou a sua hora; mas, depois que a criança nasceu, ela já não se lembra dos sofrimentos, por causa da alegria de um homem ter vindo ao mundo.
22Também vós agora sentis tristeza, mas eu hei de ver-vos novamente e o vosso coração se alegrará, e ninguém vos poderá tirar a vossa alegria. 23aNaquele dia, não me perguntareis mais nada”.


— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.