quinta-feira, 20 de abril de 2017

Oitava da Páscoa - Quinta-feira 20/04/2017

Evangelho (Lc 24,35-48)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 35os discípulos contaram o que tinha acontecido no caminho, e como tinham reconhecido Jesus ao partir o pão. 36Ainda estavam falando, quando o próprio Jesus apareceu no meio deles e lhes disse: “A paz esteja convosco!”
37Eles ficaram assustados e cheios de medo, pensando que estavam vendo um fantasma. 38Mas Jesus disse: “Por que estais preocupados, e por que tendes dúvidas no coração? 39Vede minhas mãos e meus pés: sou eu mesmo! Tocai em mim e vede! Um fantasma não tem carne, nem ossos, como estais vendo que eu tenho”.
40E dizendo isso, Jesus mostrou-lhes as mãos e os pés. 41Mas eles ainda não podiam acreditar, porque estavam muito alegres e surpresos. Então Jesus disse: “Tendes aqui alguma coisa para comer?” 42Deram-lhe um pedaço de peixe assado. 43Ele o tomou e comeu diante deles. 44Depois disse-lhes: “São estas as coisas que vos falei quando ainda estava convosco: era preciso que se cumprisse tudo o que está escrito sobre mim na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos”.
45Então Jesus abriu a inteligência dos discípulos para entenderem as Escrituras, 46e lhes disse: “Assim está escrito: o Cristo sofrerá e ressuscitará dos mortos ao terceiro dia 47e no seu nome, serão anunciados a conversão e o perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. 48Vós sereis testemunhas de tudo isso”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

34ª Assembleia do Regional Nordeste 2 do Movimento de Cursilho de Cristandade em Mossoró- RN

 A cidade de Mossoró sediará, entre os dias 21 e 23, a 34ª Assembleia do Regional Nordeste 2 do Movimento de Cursilho de Cristandade, recebendo 100 integrantes da Paraíba, Pernambuco e Alagoas, além dos participantes da Diocese de Santa Luzia.
Os cursilhistas se reunirão para refletir o lema: “Vós sois o sal da terra e a luz do mundo” (Mt 5,13-14) e o tema “O MCC em estado permanente de Missão” com enfoque na espiritualidade tão característica deste movimento. O evento terá como assessor o padre Francisco Luiz Bianchin e o padre Xiko, assessor nacional do MCC.
O Cursilho de Cristandade, que tem como carisma a “Evangelização dos Ambientes”, está presente em mais de 40 países do mundo, tendo no Brasil um trabalho de 54 anos, tendo chegado na Diocese de Mossoró há 36 anos pelas mãos do nosso saudoso bispo Dom José Freire.
Num ato de comunhão na fé, convidamos todos os cristãos da Diocese, cursilhistas ou não, a unirem-se aos “decolores” pelo êxito deste rico encontro. A assembleia será realizada no Centro de Treinamento, em Mossoró, RN.  
 
FONTE: BLOG DA DIOCESE DE MOSSORÓ

Páscoa: Levar esperança e crer na vitória do bem

Segundo Doutrina Social, somos portadores de uma mensagem de vida e vitória, vindas da Páscoa de Cristo

Padre Antônio Aparecido Alves*
“[Páscoa] nos ensina que o ódio, o mal e a morte não têm a última palavra e que o amor, a justiça e o bem sempre vencem” / Foto: Canção Nova Portugal
Páscoa e Esperança
Diz o ditado popular: “a esperança é a última que morre”. Na Doutrina Social da Igreja, a esperança se reveste de um caráter muito importante, pois somos portadores de uma mensagem de vida e de vitória, vindas da Páscoa de Jesus Cristo.
Ela nos ensina que o ódio, o mal e a morte não têm a última palavra e que o amor, a justiça e o bem sempre vencem. Isto nos sustenta e anima a buscar um mundo novo, pois somos aqueles que não se conformam com as estruturas deste mundo (Rm 12,2).

O que é esperança

No sentido popular, esperança é crer que algo irá acontecer. No entanto, o Papa João Paulo II, discursando na Assembleia Geral das Nações Unidas (25/08/1980) diz que a esperança “não é somente um desejo, não é um vago sentimento, mas algo que nasce da nossa experiência histórica, alimentada por nossos anseios comuns pelo futuro”.
Portanto, ensinou-nos o Pontífice que ela é algo concreto, nascida do chão da vida e que aponta para a luta em prol do futuro. Ela não pode ser confundida ou vivida como conformismo ou fatalidade. Assim, a esperança não é esperar de braços cruzados por algo que irá acontecer, independente de nós, como por mágica ou por intervenção miraculosa de Deus, mas sim como construir desde agora o futuro que queremos.
Vista nesta ótica militante, a esperança é vivida como certeza, que não aceita a fatalidade, o destino ou a sina. O futuro deve ser feito por nós, a partir das transformações que são necessárias serem feitas no presente.

Uma esperança militante

Na abertura da Constituição Pastoral Gaudium et Spes do Concílio Vaticano II (1965) a Igreja se diz solidária com todas as pessoas, comungando com elas “as alegrias e esperanças, as tristezas e as angústias, sobretudo dos pobres e de todos os que sofrem” (GS 1).
A mesma Constituição insiste que a esperança não é motivo para se descuidar do empenho para com as coisas da terra e denuncia o divórcio entre fé e vida como sendo um dos erros mais graves daquele tempo (n. 43). Estamos, portanto, longe da acusação marxista de religião como sendo “ópio do povo”, pois é a esperança que impulsiona o cristão à construção do Reino de Deus.
A mesma indicação nos vem dos Bispos do Brasil. Dizem os Pastores que o cristianismo não propõe uma verdade abstrata, mas acredita na presença de Cristo que caminha com o povo, como fez com os discípulos de Emaús. Por isso, o cristão olha para o mundo com realismo, esperança, sem desanimar e certo da vitória (Documento 62, n. 1-10). Caminhamos na esperança, como fazem todos os que acreditam em Cristo, pois “a esperança cristã não decepciona” (Rm 5,5) como garante São Paulo.

Profetas da esperança

Somos chamados a ser profetas da esperança, em meio a situações de desesperança e desânimo. Por isso, devemos perguntar-nos por onde passa a esperança do povo. Discernida essas situações, é preciso promover essa esperança ou, para usar uma expressão atual, globalizar a esperança. Manter aceso o pavio que ainda fumega é mais difícil do que deixar que ele se apague. Não poderíamos fazê-lo sem a força que nos vem do alto e a vivência em comunidade com outros que partilham da mesma certeza.
O povo costuma dizer: “enquanto há vida, há esperança “. A Páscoa de Jesus é penhor de vida nova. O cristão é um vitorioso, profeta da alegria. O lado feio da medalha nós já conhecemos. Está aí, diariamente, diante de nossos olhos. É hora de apostar no novo, de construir o sonho, de globalizar a esperança.

[...]

FONTE: CANÇÃO NOVA

Oitava da Páscoa - Quarta-feira 19/04/2017

Evangelho (Lc 24,13-35)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
13Naquele mesmo dia, o primeiro da semana, dois dos discípulos de Jesus iam para um povoado chamado Emaús, distante onze quilômetros de Jerusalém. 14Conversavam sobre todas as coisas que tinham acontecido.
15Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles. 16Os discípulos, porém, estavam como que cegos, e não o reconheceram. 17Então Jesus perguntou: “Que ides conversando pelo caminho?” Eles pararam, com o rosto triste, 18e um deles, chamado Cléofas, lhe disse: “Tu és o único peregrino em Jerusalém que não sabe o que lá aconteceu nestes últimos dias?
19Ele perguntou: “Que foi?” Os discípulos responderam: “O que aconteceu com Jesus, o Nazareno, que foi um profeta poderoso em obras e palavras, diante de Deus e diante de todo o povo. 20Nossos sumos sacerdotes e nossos chefes o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. 21Nós esperávamos que ele fosse libertar Israel, mas, apesar de tudo isso, já faz três dias que todas essas coisas aconteceram! 22É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos deram um susto. Elas foram de madrugada ao túmulo 23e não encontraram o corpo dele. Então voltaram, dizendo que tinham visto anjos e que estes afirmaram que Jesus está vivo. 24Alguns dos nossos foram ao túmulo e encontraram as coisas como as mulheres tinham dito. A ele, porém, ninguém o viu”.
25Então Jesus lhes disse: “Como sois sem inteligência e lentos para crer em tudo o que os profetas falaram! 26Será que o Cristo não devia sofrer tudo isso para entrar na sua glória?” 27E, começando por Moisés e passando pelos Profetas, explicava aos discípulos todas as passagens da Escritura que falavam a respeito dele.
28Quando chegaram perto do povoado para onde iam, Jesus fez de conta que ia mais adiante. 29Eles, porém, insistiram com Jesus, dizendo: “Fica conosco, pois já é tarde e a noite vem chegando!” Jesus entrou para ficar com eles. 30Quando se sentou à mesa com eles, tomou o pão, abençoou-o, partiu-o e lhes distribuía.
31Nisso os olhos dos discípulos se abriram e eles reconheceram Jesus. Jesus, porém, desapareceu da frente deles. 32Então um disse ao outro: “Não estava ardendo o nosso coração quando ele nos falava pelo caminho, e nos explicava as Escrituras?” 33Naquela mesma hora, eles se levantaram e voltaram para Jerusalém onde encontraram os Onze reunidos com os outros. 34E estes confirmaram: “Realmente, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!” 35Então os dois contaram o que tinha acontecido no caminho, e como tinham reconhecido Jesus ao partir o pão.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Na oração do Regina Coeli, Papa pede que se alimente desejo de paz

Na Oitava da Páscoa, Papa reza a oração mariana do Regina Coeli com os fiéis reunidos na Praça São Pedro

Da Redação, com Rádio Vaticano
Papa durante oração do Regina Coeli nesta manhã / Foto; Reprodução CTV

Nesta segunda-feira, 17, feriado na Itália e no Vaticano, o Papa Francisco rezou a oração do Regina Coeli, que durante cinquenta dias, até o Pentecostes, substitui o Angelus. O Pontífice sublinhou que nesta segunda-feira de festa, conhecida como ‘Segunda-feira do Anjo’, a liturgia faz ressoar o anúncio da Ressurreição, proclamado no Domingo de Páscoa.

“No Evangelho de hoje, podemos ouvir o eco das palavras que o Mensageiro celeste dirigiu às mulheres que correram ao sepulcro: ‘Vão depressa contar aos discípulos que ele ressuscitou dos mortos’.”

Segundo o Papa, esse é um convite também aos fiéis hoje a ir depressa anunciar aos homens e mulheres dos tempos atuais essa mensagem de esperança. Desde quando Jesus ressuscitou, enfatizou, a última palavra não é mais da morte, mas da vida. Em virtude desse evento, há o chamado à renovação, segundo o Espírito, afirmando o valor da vida e isso é começar a ressurgir.

“Seremos homens e mulheres de ressurreição, homens e mulheres de vida se, em meio às vicissitudes que afligem o mundo, e são muitas, em meio à mundanidade que distancia de Deus, soubermos fazer gestos de solidariedade e acolhimento, alimentar o desejo universal de paz e aspirar um ambiente livre de degradação”, disse.

O Papa pediu à Virgem Maria que ajude os fiéis a ser sinais límpidos de Cristo ressuscitado entre os acontecimentos do mundo, a fim de que os que se encontram nas tribulações e dificuldades não permaneçam vítimas do pessimismo, mas encontrem nos outros muitos irmãos e irmãs que oferecem o seu apoio e consolo.

“Que a nossa Mãe nos ajude a crer fortemente na ressurreição de Jesus. Jesus ressuscitou! Está vivo aqui entre nós e este é o mistério de salvação admirável com a sua capacidade de transformar os corações e a vida. Que ela interceda de modo particular pelas comunidades cristãs que são chamadas a um testemunho difícil e corajoso”.

Depois do Regina Caeli, o Papa Francisco saudou os presentes na Praça São Pedro, famílias, grupos paroquiais, associações e peregrinos provenientes da Itália e várias partes do mundo. “Que vocês transcorram serenamente estes dias da Oitava de Páscoa, em que se prolonga a alegria da Ressurreição de Cristo. Aproveitem esta boa ocasião para serem testemunhas da paz do Senhor ressuscitado. Boa e Santa Páscoa a todos! Por favor, não se esqueçam de rezar por mim”, concluiu Francisco.

Oitava da Páscoa - Terça-feira 18/04/2017

Evangelho (Jo 20,11-18)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 11Maria estava do lado de fora do túmulo, chorando. Enquanto chorava, inclinou-se e olhou para dentro do túmulo. 12Viu, então, dois anjos vestidos de branco, sentados onde tinha sido posto o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés.
13Os anjos perguntaram: “Mulher, por que choras?” Ela respondeu: “Levaram o meu Senhor e não sei onde o colocaram”. 14Tendo dito isto, Maria voltou-se para trás e viu Jesus, de pé. Mas não sabia que era Jesus. 15Jesus perguntou-lhe: “Mulher, por que choras? A quem procuras?” Pensando que era o jardineiro, Maria disse: “Senhor, se foste tu que o levaste dize-me onde o colocaste, e eu o irei buscar”.
16Então Jesus disse: “Maria!” Ela voltou-se e exclamou, em hebraico: “Rabuni” (que quer dizer: Mestre). 17Jesus disse: “Não me segures. Ainda não subi para junto do Pai. Mas vai dizer aos meus irmãos: subo para junto do meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus”. 18Então Maria Madalena foi anunciar aos discípulos: “Eu vi o Senhor!”, e contou o que Jesus lhe tinha dito.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

Missa de Páscoa

domingo, 16 de abril de 2017

Celebração da luz, procissão e vigília pascal

Celebração da Paixão do Senhor

Missa da Santa Ceia, Lava-pés e adoração

Páscoa do Senhor - Domingo 16/04/2017

Anúncio do Evangelho (Jo 20,1-9)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

1No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo.
2Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: “Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram”.
3Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo. 4Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo. 5Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou.
6Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão 7e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte.
8Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou.
9De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

Programação de Domingo (16/04) da Semana Santa 2017

Domingo (16/04/2017)

06hs - Missa de Páscoa na Igreja Matriz
19hs - Missa Solene de Páscoa na Igreja Matriz


sábado, 15 de abril de 2017

Programação de Sábado (15/04) da Semana Santa 2017

Sábado (15/04/2017) SOLENE VIGÍLIA PASCAL

´´O povo que andava em trevas viu uma grande luz, e os que habitavam na região da sombra da morte resplandeceu a luz``

17hs - vigília Pascal na comunidade de P. A. Palheiros III
19hs - Benção do fogo e Procissão da luz, saindo da Praça da Saudade
19:30hs - Missa da Vigília Pascal na Igreja Matriz

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Paixão do Senhor - Sexta-feira 14/04/2017

Anúncio da Paixão de Cristo (Jo 18,1-19,42)

Narrador 1: Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo, segundo João.
Naquele tempo, 1Jesus saiu com os discípulos para o outro lado da torrente do Cedron. Havia aí um jardim, onde ele entrou com os discípulos. 2Também Judas, o traidor, conhecia o lugar, porque Jesus costumava reunir-se aí com os seus discípulos. 3Judas levou consigo um destacamento de soldados e alguns guardas dos sumos sacerdotes e fariseus, e chegou ali com lanternas, tochas e armas. 4Então Jesus, consciente de tudo o que ia acontecer, saiu ao encontro deles e disse:
— “A quem procurais?” Narrador 1: 5Responderam: — “A Jesus, o Nazareno”. Narrador 1: Ele disse: — “Sou eu”. Narrador 1: Judas, o traidor, estava junto com eles. 6Quando Jesus disse: “Sou eu”, eles recuaram e caíram por terra. 7De novo lhes perguntou: — “A quem procurais?” Narrador 1: Eles responderam: — “A Jesus, o Nazareno”. Narrador 1: 8Jesus respondeu: — “Já vos disse que sou eu. Se é a mim que procurais, então deixai que estes se retirem”. Narrador 1: 9Assim se realizava a palavra que Jesus tinha dito: — “Não perdi nenhum daqueles que me confiaste”. Narrador 2: 10Simão Pedro, que trazia uma espada consigo, puxou dela e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O nome do servo era Malco. 11Então Jesus disse a Pedro: — “Guarda a tua espada na bainha. Não vou beber o cálice que o Pai me deu?” Narrador 1: 12Então, os soldados, o comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus e o amarraram. 13Conduziram-no primeiro a Anás, que era o sogro de Caifás, o Sumo Sacerdote naquele ano. 14Foi Caifás que deu aos judeus o conselho: Leitor 1: “É preferível que um só morra pelo povo”. Narrador 2: 15Simão Pedro e um outro discípulo seguiam Jesus. Esse discípulo era conhecido do Sumo Sacerdote e entrou com Jesus no pátio do Sumo Sacerdote. 16Pedro ficou fora, perto da porta. Então o outro discípulo, que era conhecido do Sumo Sacerdote, saiu, conversou com a encarregada da porta e levou Pedro para dentro. 17A criada que guardava a porta disse a Pedro: Leitor 2: “Não pertences também tu aos discípulos desse homem?” Narrador 2: Ele respondeu: Leitor 1: “Não”. Narrador 2: 18Os empregados e os guardas fizeram uma fogueira e estavam se aquecendo, pois fazia frio. Pedro ficou com eles, aquecendo-se. 19Entretanto, o Sumo Sacerdote interrogou Jesus a respeito de seus discípulos e de seu ensinamento. 20Jesus lhe respondeu: — “Eu falei às claras ao mundo. Ensinei sempre na sinagoga e no Templo, onde todos os judeus se reúnem. Nada falei às escondidas. 21Por que me interrogas? Pergunta aos que ouviram o que falei; eles sabem o que eu disse”. Narrador 2: 22Quando Jesus falou isso, um dos guardas que ali estava deu-lhe uma bofetada, dizendo: Leitor 1: “É assim que respondes ao Sumo Sacerdote?” Narrador 2: 23Respondeu-lhe Jesus: — “Se respondi mal, mostra em quê; mas, se falei bem, por que me bates?” Narrador 1: 24Então, Anás enviou Jesus amarrado para Caifás, o Sumo Sacerdote. 25Simão Pedro continuava lá, em pé, aquecendo-se. Disseram-lhe: Leitor 2: “Não és tu, também, um dos discípulos dele?” Narrador 1: Pedro negou: Leitor 1: “Não!” Narrador 1: 26Então um dos empregados do Sumo Sacerdote, parente daquele a quem Pedro tinha cortado a orelha, disse: Leitor 2: “Será que não te vi no jardim com ele?” Narrador 2: 27Novamente Pedro negou. E na mesma hora, o galo cantou. 28De Caifás, levaram Jesus ao palácio do governador. Era de manhã cedo. Eles mesmos não entraram no palácio, para não ficarem impuros e poderem comer a páscoa. 29Então Pilatos saiu ao encontro deles e disse: Leitor 1: “Que acusação apresentais contra este homem?” Narrador 2: 30Eles responderam: — “Se não fosse malfeitor, não o teríamos entregue a ti!” Narrador 2: 31Pilatos disse: Leitor 2: “Tomai-o vós mesmos e julgai-o de acordo com a vossa lei”. Narrador 2: Os judeus lhe responderam: — “Nós não podemos condenar ninguém à morte”. Narrador 1: 32Assim se realizava o que Jesus tinha dito, significando de que morte havia de morrer. 33Então Pilatos entrou de novo no palácio, chamou Jesus e perguntou-lhe: Leitor 1: “Tu és o rei dos judeus?” Narrador 1: 34Jesus respondeu: — “Estás dizendo isto por ti mesmo ou outros te disseram isto de mim?” Narrador 1: 35Pilatos falou: Leitor 1: “Por acaso, sou judeu? O teu povo e os sumos sacerdotes te entregaram a mim. Que fizeste?”. Narrador 1: 36Jesus respondeu: — “O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas lutariam para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino não é daqui”. Narrador 1: 37Pilatos disse a Jesus: Leitor 1: “Então, tu és rei?” Narrador 1: Jesus respondeu: — “Tu o dizes: eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para isto: para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz”. Narrador 1: 38Pilatos disse a Jesus: Leitor 1: “O que é a verdade?” Narrador 2: Ao dizer isso, Pilatos saiu ao encontro dos judeus, e disse-lhes: Leitor 1: “Eu não encontro nenhuma culpa nele. 39Mas existe entre vós um costume, que pela Páscoa eu vos solte um preso. Quereis que vos solte o rei dos Judeus?” Narrador 2: 40Então, começaram a gritar de novo: — “Este não, mas Barrabás!” Narrador 2: Barrabás era um bandido. 19,1Então Pilatos mandou flagelar Jesus. 2Os soldados teceram uma coroa de espinhos e colocaram-na na cabeça de Jesus. Vestiram-no com um manto vermelho, 3aproximavam-se dele e diziam: — “Viva o rei dos judeus!” Narrador 2: E davam-lhe bofetadas. 4Pilatos saiu de novo e disse aos judeus: Leitor 1: “Olhai, eu o trago aqui fora, diante de vós, para que saibais que não encontro nele crime algum”. Narrador 1: 5Então Jesus veio para fora, trazendo a coroa de espinhos e o manto vermelho. Pilatos disse-lhes: — “Eis o homem!” Narrador 1: 6Quando viram Jesus, os sumos sacerdotes e os guardas começaram a gritar: — “Crucifica-o! Crucifica-o!” Narrador 1: Pilatos respondeu: Leitor 1: “Levai-o vós mesmos para o crucificar, pois eu não encontro nele crime algum”. Narrador 1: 7Os judeus responderam: Leitor 2: “Nós temos uma Lei, e, segundo esta Lei, ele deve morrer, porque se fez Filho de Deus”. Narrador 2: 8Ao ouvir estas palavras, Pilatos ficou com mais medo ainda. 9Entrou outra vez no palácio e perguntou a Jesus: Leitor 1: “De onde és tu?” Narrador 2: Jesus ficou calado. 10Então Pilatos disse: Leitor 1: “Não me respondes? Não sabes que tenho autoridade para te soltar e autoridade para te crucificar?” Narrador 2: 11Jesus respondeu: — “Tu não terias autoridade alguma sobre mim, se ela não te fosse dada do alto. Quem me entregou a ti, portanto, tem culpa maior”. Narrador 2: 12Por causa disso, Pilatos procurava soltar Jesus. Mas os judeus gritavam: — “Se soltas este homem, não és amigo de César. Todo aquele que se faz rei, declara-se contra César”. Narrador 1: 13Ouvindo essas palavras, Pilatos levou Jesus para fora e sentou-se no tribunal, no lugar chamado “Pavimento”, em hebraico Gábata”. 14Era o dia da preparação da Páscoa, por volta do meio-dia. Pilatos disse aos judeus: Leitor 2: “Eis o vosso rei!” Narrador 1: 15Eles, porém, gritavam: — “Fora! Fora! Crucifica-o!” Narrador 1: Pilatos disse: Leitor 1: “Hei de crucificar o vosso rei?” Narrador 1: Os sumos sacerdotes responderam: — “Não temos outro rei senão César”. Narrador 2: 16Então Pilatos entregou Jesus para ser crucificado, e eles o levaram. 17Jesus tomou a cruz sobre si e saiu para o lugar chamado Calvário”, em hebraico “Gólgota”. 18Ali o crucificaram, com outros dois: um de cada lado, e Jesus no meio. 19Pilatos mandou ainda escrever um letreiro e colocá-lo na cruz; nele estava escrito: — “Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus”. Narrador 2: 20Muitos judeus puderam ver o letreiro, porque o lugar em que Jesus foi crucificado ficava perto da cidade. O letreiro estava escrito em hebraico, latim e grego. 21Então os sumos sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos: Leitor 2: “Não escrevas ‘O Rei dos Judeus’, mas sim o que ele disse: ‘Eu sou o Rei dos judeus’”. Narrador 2: 22Pilatos respondeu: Leitor 1: “O que escrevi, está escrito”. Narrador 2: 23Depois que crucificaram Jesus, os soldados repartiram a sua roupa em quatro partes, uma parte para cada soldado. Quanto à túnica, esta era tecida sem costura, em peça única de alto abaixo. 24Disseram então entre si: Leitor 2: “Não vamos dividir a túnica. Tiremos a sorte para ver de quem será”. Narrador 2: Assim se cumpria a Escritura que diz: — “Repartiram entre si as minhas vestes e lançaram sorte sobre a minha túnica”. Narrador 1: Assim procederam os soldados. 25Perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. 26Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe: — “Mulher, este é o teu filho”. Narrador 1: 27Depois disse ao discípulo: — “Esta é a tua mãe”. Narrador 1: Dessa hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. 28Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse: — “Tenho sede”. Narrador 1: 29Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus. 30Ele tomou o vinagre e disse: — “Tudo está consumado”. Narrador 1: E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. (Todos se ajoelham - Silêncio.) Narrador 2: 31Era o dia da preparação para a Páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz. 32Os soldados foram e quebraram as pernas de um e depois do outro que foram crucificados com Jesus. 33Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; 34mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água.
— 35Aquele que viu, dá testemunho e seu testemunho é verdadeiro;
Narrador 2: e ele sabe que fala a verdade, para que vós também acrediteis. 36Isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura, que diz: — “Não quebrarão nenhum dos seus ossos”. Narrador 2: 37E outra Escritura ainda diz: — “Olharão para aquele que transpassaram”. Narrador 1: 38Depois disso, José de Arimateia, que era discípulo de Jesus — mas às escondidas, por medo dos judeus —, pediu a Pilatos para tirar o corpo de Jesus. Pilatos consentiu. Então José veio tirar o corpo de Jesus. 39Chegou também Nicodemos, o mesmo que antes tinha ido a Jesus de noite. Trouxe uns trinta quilos de perfume feito de mirra e aloés. 40Então tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no, com os aromas, em faixas de linho, como os judeus costumam sepultar. Narrador 2: 41No lugar onde Jesus foi crucificado, havia um jardim e, no jardim, um túmulo novo, onde ainda ninguém tinha sido sepultado. 42Por causa da preparação da Páscoa, e como o túmulo estava perto, foi ali que colocaram Jesus.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

Programação de Sexta-Feira (14/04) da Semana Santa 2017

Sexta-Feira (14/04/2017) Paixão e morte do Senhor
DIA DE JEJUM E ABSTINÊNCIA

15hs - Celebração da Paixão na Igreja Matriz
17hs - Celebração da Paixão e Via Sacra na comunidade de P. A. Bom Lugar