sábado, 29 de abril de 2017

Sábado 29/04/2017

Evangelho (Jo 6,16-21)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
16Ao cair da tarde, os discípulos desceram ao mar. 17Entraram na barca e foram em direção a Cafarnaum, do outro lado do mar. Já estava escuro, e Jesus ainda não tinha vindo ao encontro deles.
18Soprava um vento forte e o mar estava agitado. 19Os discípulos tinham remado mais ou menos cinco quilômetros, quando enxergaram Jesus, andando sobre as águas e aproximando-se da barca. E ficaram com medo.
20Mas Jesus disse: “Sou eu. Não tenhais medo”. 21Quiseram, então, recolher Jesus na barca, mas imediatamente a barca chegou à margem para onde estavam indo.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

2ª Semana da Páscoa - Sexta-feira 28/04/2017

Evangelho (Jo 6,1-15)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 1Jesus foi para o outro lado do mar da Galileia, também chamado de Tiberíades. 2Uma grande multidão o seguia, porque via os sinais que ele operava a favor dos doentes. 3Jesus subiu ao monte e sentou-se aí, com seus discípulos. 4Estava próxima a Páscoa, a festa dos judeus.
5Levantando os olhos, e vendo que uma grande multidão estava vindo ao seu encontro, Jesus disse a Filipe: “Onde vamos comprar pão para que eles possam comer?” 6Disse isso para pô-lo à prova, pois ele mesmo sabia muito bem o que ia fazer. 7Filipe respondeu: “Nem duzentas moedas de prata bastariam para dar um pedaço de pão a cada um”.
8Um dos discípulos, André, o irmão de Simão Pedro, disse: 9“Está aqui um menino com cinco pães de cevada e dois peixes. Mas o que é isso para tanta gente?” 10Jesus disse: “Fazei sentar as pessoas”. Havia muita relva naquele lugar, e lá se sentaram, aproximadamente, cinco mil homens.
11Jesus tomou os pães, deu graças e distribuiu-os aos que estavam sentados, tanto quanto queriam. E fez o mesmo com os peixes. 12Quando todos ficaram satisfeitos, Jesus disse aos discípulos: “Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca!”
13Recolheram os pedaços e encheram doze cestos com as sobras dos cinco pães, deixadas pelos que haviam comido. 14Vendo o sinal que Jesus tinha realizado, aqueles homens exclamavam: “Este é verdadeiramente o Profeta, aquele que deve vir ao mundo”. 15Mas, quando notou que estavam querendo levá-lo para proclamá-lo rei, Jesus retirou-se de novo, sozinho, para o monte.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

2ª Semana da Páscoa - Quinta-feira 27/04/2017

Evangelho (Jo 3,31-36)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
31“Aquele que vem do alto está acima de todos. O que é da terra, pertence à terra e fala das coisas da terra. Aquele que vem do céu está acima de todos. 32Dá testemunho daquilo que viu e ouviu, mas ninguém aceita o seu testemunho. 33Quem aceita o seu testemunho atesta que Deus é verdadeiro. 34De fato, aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus, porque Deus lhe dá o espírito sem medida.
35O Pai ama o Filho e entregou tudo em sua mão. 36Aquele que acredita no Filho possui a vida eterna. Aquele, porém, que rejeita o Filho não verá a vida, pois a ira de Deus permanece sobre ele”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

2ª Semana da Páscoa - Quarta-feira 26/04/2017

Evangelho (Jo 3,16-21)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
16Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas tenha a vida eterna. 17De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele. 18Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho unigênito.
19Ora, o julgamento é este: a luz veio ao mundo, mas os homens preferiram as trevas à luz, porque suas ações eram más. 20Quem pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, para que suas ações não sejam denunciadas. 21Mas quem age conforme a verdade aproxima-se da luz, para que se manifeste que suas ações são realizadas em Deus.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

terça-feira, 25 de abril de 2017

SANTO DO DIA - São Marcos Evangelista, fez um lindo trabalho missionário


São João Marcos Evangelista

Conhecido principalmente por ter sido agraciado com o carisma da inspiração e vivência comunitária

Celebramos com muita alegria a vida de santidade de um dos quatro Evangelistas: São Marcos. Era judeu de origem e de uma família tão cristã que sempre acolheu aos primeiros cristãos em sua casa: “Ele se orientou e dirigiu-se para a casa de Maria, mãe de João, chamado Marcos; estava lá uma numerosíssima assembleia a orar” (Atos 12,12).

A tradição nos leva a crer que na casa de São Marcos teria acontecido a Santa Ceia celebrada por Jesus, assim como dia de Pentecostes, onde “inaugurou” a Igreja Católica. Encontramos na Bíblia que o santo de hoje acompanhou inicialmente São Barnabé e São Paulo em viagens apostólicas, e depois São Pedro em Roma.

São Marcos na Igreja primitiva fez um lindo trabalho missionário, que não teve fim diante da prisão e morte dos amigos São Pedro e São Paulo. Por isso, evangelizou no poder do Espírito Alexandria, Egito e Chipre, lugar onde fundou comunidades. Ficou conhecido principalmente por ter sido agraciado com o carisma da inspiração e vivência comunitária, que deram origem ao Evangelho querigmático de Jesus Cristo segundo Marcos.

São Marcos, rogai por nós!

Terça-feira 25/04/2017

Evangelho (Mc 16,15-20)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, Jesus se manifestou aos onze discípulos, 15e disse-lhes: “Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura! 16Quem crer e for batizado será salvo. Quem não crer será condenado. 17Os sinais que acompanharão aqueles que crerem serão estes: expulsarão demônios em meu nome, falarão novas línguas; 18se pegarem em serpentes ou beberem algum veneno mortal não lhes fará mal algum; quando impuserem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados”.
19Depois de falar com os discípulos, o Senhor Jesus foi levado ao céu, e sentou-se à direita de Deus. 20Os discípulos então saíram e pregaram por toda parte. O Senhor os ajudava e confirmava sua palavra por meio dos sinais que a acompanhavam.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

2ª Semana da Páscoa - Segunda-feira 24/04/2017

Evangelho (Jo 3,1-8)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
1Havia um chefe judaico, membro do grupo dos fariseus, chamado Nicodemos, 2que foi ter com Jesus, de noite, e lhe disse: “Rabi, sabemos que vieste como mestre da parte de Deus. De fato, ninguém pode realizar os sinais que tu fazes, a não ser que Deus esteja com ele”.
3Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, te digo, se alguém não nasce do alto, não pode ver o Reino de Deus”. 4Nicodemos disse: “Como é que alguém pode nascer, se já é velho? Poderá entrar outra vez no ventre de sua mãe?”
5Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, te digo, se alguém não nasce da água e do Espírito, não pode entrar no Reino de Deus. 6Quem nasce da carne é carne; quem nasce do Espírito é espírito. 7Não te admires por eu haver dito: Vós deveis nascer do alto. 8O vento sopra onde quer e tu podes ouvir o seu ruído, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai. Assim acontece a todo aquele que nasceu do Espírito”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

domingo, 23 de abril de 2017

SANTO DO DIA - São Jorge, viveu o bom combate da fé

São JorgeSão Jorge, foi um homem que, em nome de Jesus Cristo, pelo poder da Cruz, viveu o bom combate da fé

Conhecido como ‘o grande mártir’, foi martirizado no ano 303. A seu respeito contou-se muitas histórias. Fundamentos históricos temos poucos, mas o suficiente para podermos perceber que ele existiu, e que vale à pena pedir sua intercessão e imitá-lo.

Pertenceu a um grupo de militares do imperador romano Diocleciano, que perseguia os cristãos. Jorge então renunciou a tudo para viver apenas sob o comando de nosso Senhor, e viver o Santo Evangelho.
São Jorge não queria estar a serviço de um império perseguidor e opressor dos cristãos, que era contra o amor e a verdade. Foi perseguido, preso e ameaçado. Tudo isso com o objetivo de fazê-lo renunciar ao seu amor por Jesus Cristo. São Jorge, por fim, renunciou à própria vida e acabou sendo martirizado.

Uma história nos ajuda a compreender a sua imagem, onde normalmente o vemos sobre um cavalo branco, com uma lança, vencendo um dragão:
“Num lugar existia um dragão que oprimia um povo. Ora eram dados animais a esse dragão, e ora jovens. E a filha do rei foi sorteada. Nessa hora apareceu Jorge, cristão, que se compadeceu e foi enfrentar aquele dragão. Fez o sinal da cruz e ao combater o dragão, venceu-o com uma lança. Recebeu muitos bens como recompensa, o qual distribuiu aos pobres.”

Verdade ou não, o mais importante é o que esta história comunica: Jorge foi um homem que, em nome de Jesus Cristo, pelo poder da Cruz, viveu o bom combate da fé. Se compadeceu do povo porque foi um verdadeiro cristão. Isto é o essencial.

Ele viveu sob o senhorio de Cristo e testemunhou o amor a Deus e ao próximo. Que Ele interceda para que sejamos verdadeiros guerreiros do amor.

São Jorge, rogai por nós!

2º Domingo da Páscoa - 23/04/2017

Anúncio do Evangelho (Jo 20,19-31)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”.
20Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor.
21Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. 22E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. 23A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos”.
24Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio. 25Os outros discípulos contaram-lhe depois: “Vimos o Senhor!” Mas Tomé disse-lhes: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei”.
26Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”.
27Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel”. 28Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!” 29Jesus lhe disse: “Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!”
30Jesus realizou muitos outros sinais diante dos discípulos, que não estão escritos neste livro. 31Mas estes foram escritos para que acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e, para que, crendo, tenhais a vida em seu nome.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

sábado, 22 de abril de 2017

Ano Mariano: padre destaca significados da presença de Maria na Bíblia

Professor de Mariologia explica como os evangelhos expressam a figura da Mãe de Cristo

André Cunha
Da redação, com produção de Denise Claro

A Igreja no Brasil vive o Ano Mariano desde outubro do ano passado. Especialmente neste período, os fiéis reforçam a importância de Maria na história da Igreja e da humanidade, sobretudo, na vida do povo brasileiro.
Nos evangelhos, alguns episódios da vida de Maria estão descritos em Mateus, Lucas, Marcos e João. Mas o primeiro livro do Novo Testamento que a cita é a carta de São Paulo aos Gálatas (Gl 4,4): “Mas quando veio a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, que nasceu de uma mulher e nasceu submetido a uma lei…”. A carta foi escrita 17 anos após a morte de Cristo, de acordo com historiadores.
Já o livro do Apocalipse fala de Maria no capítulo 12, em forma metáfora: “Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas” (Ap 12, 1). Segundo a ótica do Magistério, a figura da “Mulher” pode ser atribuída tanto à Igreja como a Maria.
Alguns autores, jornais e revistas seculares se aventuram ao trazer dados sobre a vida de Maria. Mas para o professor de Mariologia na Faculdade Dehoniana, padre João Carlos Almeida (Pe. Joãozinho, scj) o mais seguro é se apoiar naquilo que a Bíblia afirma sobre Maria e que foi transformado em doutrina dogmática pelos primeiros Concílios do cristianismo como os de Niceia, Éfeso e Calcedônia.  Perdendo estes referenciais pode-se cair em uma visão distorcida, estreita ou mesmo superdimensionada da figura de Maria. O Concílio Vaticano II recordou no capítulo VIII da Lumen Gentium qual é o lugar de Maria entre o mistério de Cristo e da Igreja.
O evangelho de Lucas é o que mais fala de Maria, portanto, segundo padre João, é o que mais favorece o conhecimento sobre ela. O evangelista apresenta Maria como discípula e missionária, desde a anunciação do Anjo até o canto do Magnífica na casa de Isabel, sua prima.
“Por isso, Maria é modelo para todo cristão: ouvir a palavra e viver a palavra. E essa é a dinâmica, tornar-se um discípulo missionário. É o que Lucas quer nos dizer a respeito de Maria”.
Se no evangelho de Lucas e Mateus Ela aparece como modelo de discípula missionária, no evangelho de João aparece como intercessora: “eles não têm mais vinho…”, diz Maria a Jesus, segundo os escritos de São João. “É a mesma coisa que ela continua dizendo junto a seu Filho como intercessora”, diz o padre.
“Espírito e a Esposa dizem: vem”. É o que se pode ler ao final do Apocalipse. Sobre este trecho, o padre recorda que Maria é a Esposa do Espírito Santo, então, das criaturas, é a que está mais próxima de Deus e dos homens. “Ela é pra nós modelo de vida e intercessora”, destaca.

Livros apócrifos

Apócrifos são os livros que foram escritos pelo povo de Deus, mas não foram considerados pelo Magistério da Igreja como revelados pelo Espírito Santo; portanto, não são canônicos, isto é, não fazem parte do cânon (índice) da Bíblia.
Padre João afirma que os livros apócrifos  estão mais atentos às “questões periféricas e espetaculares de Maria, e atribuem a Ela um poder que não tem, afinal, ela não é deusa”. Já os evangelhos sagrados deixam uma “sensação muito discreta de Maria”; “e é isso que ela é, uma Mulher discreta”, afirma o sacerdote.
Por fim, o padre concluiu que, acerca dos livros apócrifos, se um católico não os ler, não perderá nada. “O que está na Bíblia é o suficiente para a nossa fé”, diz.

FONTE: CANÇÃO NOVA

Oitava da Páscoa - Sábado 22/04/2017

Evangelho (Mc 16,9-15)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.
9Depois de ressuscitar, na madrugada do primeiro dia após o sábado, Jesus apareceu primeiro a Maria Madalena, da qual havia expulsado sete demônios. 10Ela foi anunciar isso aos seguidores de Jesus, que estavam de luto e chorando. 11Quando ouviram que ele estava vivo e fora visto por ela, não quiseram acreditar.
12Em seguida, Jesus apareceu a dois deles, com outra aparência, enquanto estavam indo para o campo. 13Eles também voltaram e anunciaram isso aos outros. Também a estes não deram crédito. 14Por fim, Jesus apareceu aos onze discípulos enquanto estavam comendo, repreendeu-os por causa da falta de fé e pela dureza de coração, porque não tinham acreditado naqueles que o tinham visto ressuscitado.
15E disse-lhes: “Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura!”

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Jogo Baleia Azul é mais um passo do diabo na sociedade, adverte sacerdote


 

Recentemente, autoridades e a imprensa brasileiras alertaram sobre a disseminação no país de um jogo chamado Baleia Azul, que leva ao suicídio de jovens e representa “mais um passo” do diabo na sociedade, segundo o Padre José Eduardo de Oliveira da Diocese de Osasco (SP).

O Baleia Azul se trata de uma série de 50 desafios que são passados aos participantes por meio de grupos fechados em redes sociais, como desenhar uma baleia, cortar o próprio corpo, assistir filmes de terror de madrugada, entre outros, sendo o último deles cometer o suicídio.

O desafio teve início na Rússia e, nos últimos dias, foram registrados casos de suicídios de jovens no Brasil relacionados ao jogo. Além disso, casos de tentativas de adolescentes de tirar a própria vida estão sendo investigados.

Diante disso, Pe. José Eduardo de Oliveira, conhecido pelo seu apostolado nas redes sociais, postou nesta quarta-feira, 19, em seu Facebook uma reflexão intitulada “‘Baleia azul’ e o abismo da cultura de morte”.

O sacerdote, Doutor em Teologia Moral pela Pontifícia Universidade da Santa Cruz (Roma), observou que “o século XX foi o século da ‘cultura da morte’: começamos com duas guerras e o comunismo, genocídio e democídio incomparáveis; depois, começou-se a difundir o aborto (matar os filhos); em seguida, puseram-se a praticar a eutanásia (matar os pais); por fim, criaram clínicas para o suicídio assistido (matar-se a si mesmo)”.

“Agora – alerta –, o diabo deu mais um passo: está fazendo os adolescentes e jovens flertarem com o suicídio disfarçado de jogo: ‘A Baleia azul’”.

“Como a absorção do Evangelho não se faz à margem da família, e a própria Igreja é uma estrutura primária da sociedade, uma família sobrenatural, a exclusão de Deus da sociedade laicista só produzirá estes frutos amargos e letais”, acrescenta.

Nesse sentido, faz uma exortação: “Quem dera os homens acordassem e corressem para a direção contrária: Deus, a família e a vida… — Despertai, antes que seja tarde demais!”.

O que a Igreja diz sobre o suicídio
Em um recente artigo, Prof. Felipe Aquino, apresentador do programa Escola da Fé na TV Canção Nova, explicou que “a Igreja sempre ensinou que não somos proprietários da nossa vida, e sim Deus, por isso não podemos pôr fim a ela”.

Para tal, cita o Catecismo da Igreja Católica, que em seu parágrafo 2280 afirma: “Cada um é responsável por sua vida diante de Deus, que lhe deu e que dela é sempre o único e soberano Senhor. Devemos receber a vida com reconhecimento e preservá-la para honra dele e salvação de nossas almas. Somos os administradores e não os proprietários da vida que Deus nos confiou. Não podemos dispor dela”.

Neste sentido, acrescenta, “a prática do suicídio torna-se mais grave ainda se for usado como exemplo, especialmente para os jovens, para justificar que a vida não tem sentido, e que por isso se possa eliminá-la”.

“Uma mentalidade pagã que tem como único sentido para a vida o prazer, quando este não é possível, pode querer suprimi-la”, assinala, ressaltando que “cooperar com o suicídio de alguém é também falta grave”.
Por outro lado, lembra que “a Igreja reconhece que as motivações ao suicídio podem ser complexas” e o próprio Catecismo diz que “distúrbios psíquicos graves, a angústia ou o medo grave da provação, do sofrimento ou da tortura podem diminuir a responsabilidade do suicida” (CIC §2282).

Por isso, “não se deve desesperar da salvação das pessoas que se mataram. Deus pode, por caminhos que só Ele conhece, dar-lhes ocasião de um arrependimento salutar. A Igreja ora pelas pessoas que atentaram contra a própria vida” (CIC §2283).

É importante, indica Prof. Felipe Aquino, oferecer orações a Deus por uma pessoa que tenha cometido suicídio “e principalmente a santa Missa pela salvação e sufrágio de sua alma”.

Fonte: Portal Católico

Oitava da Páscoa - Sexta-feira 21/04/2017

Evangelho (Jo 21,1-14)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 1Jesus apareceu de novo aos discípulos, à beira do mar de Tiberíades. A aparição foi assim: 2Estavam juntos Simão Pedro, Tomé, chamado Dídimo, Natanael de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu e outros discípulos de Jesus.
3Simão Pedro disse a eles: “Eu vou pescar”. Eles disseram: “Também vamos contigo”. Saíram e entraram na barca, mas não pescaram nada naquela noite. 4Já tinha amanhecido, e Jesus estava de pé na margem. Mas os discípulos não sabiam que era Jesus. 5Então Jesus disse: “Moços, tendes alguma coisa para comer?” Responderam: “Não”.
6Jesus disse-lhes: “Lançai a rede à direita da barca, e achareis”. Lançaram pois a rede e não conseguiam puxá-la para fora, por causa da quantidade de peixes. 7Então, o discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: “É o Senhor!” Simão Pedro, ouvindo dizer que era o Senhor, vestiu uma roupa, pois estava nu, e atirou-se ao mar.
8Os outros discípulos vieram com a barca, arrastando a rede com os peixes. Na verdade, não estavam longe da terra, mas somente a cerca de cem metros. 9Logo que pisaram a terra, viram brasas acesas, com peixe em cima, e pão. 10Jesus disse-lhes: “Trazei alguns dos peixes que apanhastes”.
11Então Simão Pedro subiu ao barco e arrastou a rede para a terra. Estava cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes; e, apesar de tantos peixes, a rede não se rompeu. 12Jesus disse-lhes: “Vinde comer”. Nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar quem era ele, pois sabiam que era o Senhor.
13Jesus aproximou-se, tomou o pão e distribuiu-o por eles. E fez a mesma coisa com o peixe. 14Esta foi a terceira vez que Jesus, ressuscitado dos mortos, apareceu aos discípulos.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Diocese de Mossoró ordena dois novos diáconos em preparação para o sacerdócio




Dois futuros sacerdotes serão ordenados diáconos na Diocese de Mossoró, no dia 23, às 9h, na Catedral de Santa Luzia. O Diaconato Transitório, que é o último passo antes da Ordenação Sacerdotal, será recebido pelos seminaristas Railton Sérgio Bezerra de Oliveira Júnior e Messias Albuquerque Pinto. A Santa Missa será presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Mariano Manzana.
Conheça os diáconos
Railton Sérgio Bezerra de Oliveira Júnior é  filho de Railton Sérgio Bezerra de Oliveira e Maria Edice Félix Bezerra, nasceu em Mossoró, no dia 14 de abril de 1987.  Morador do bairro Abolição 3, comunidade de São Francisco de Assis, situada na Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, onde deu seus primeiros passos na caminhada cristã. Vindo de uma família católica, desde pequeno participava das missas da comunidade e, logo depois que fez a Primeira Eucaristia, entrou no grupo dos coroinhas e com o passar dos anos foi se envolvendo em outras atividades pastorais (Legião de Maria mirim, liturgia, RCC, etc...). Aos 17 anos, deixou a família, atividade, cidade, para iniciar uma vida missionária na Comunidade Católica Boa Nova, em Recife/PE, e após quatro anos, dentro da vida missionária, descobriu um chamado para a vocação sacerdotal. Assim sendo, em 2008 retornou para a cidade de Mossoró para iniciar seu processo de estudo para entrar no Seminário Santa Teresinha. Em 2009, ingressou no seminário para iniciar seus estudos,  cursou Filosofia na UERN (2009-2012) e Teologia na Faculdade Diocesana de Mossoró (2013-2016). Durante esses anos, realizou atividades pastorais nas mais diversas realidades da Diocese e, tendo terminado esse período, iniciou estágio pastoral na Paróquia de Nossa Senhora das Dores, em Itaú. Atualmente, está na Paróquia de São Miguel Arcanjo. Desde já, será uma imensa alegria a presença de todo o povo de Deus junto conosco neste momento tão importante da nossa caminhada.
Messias Albuquerque 

Messias Albuquerque Pinto é filho de Flávio Albuquerque Torres e Maedna Pinto Torres, nasceu em Portalegre/RN no dia 27 de dezembro de 1990. Seu crescimento na fé se deu desde criança quando acompanhava sua avó Maria dos Anjos nas Santas Missas, quando ainda criança externou  desejo de ser padre em um período em que acontecia as SMP em Portalegre. Desde então, a sua caminhada foi toda voltada para a vivência da fé como coroinha, legionário mirim, apostolado da Oração, ajudando na Capela de São Francisco e outras missões que assumiu durante a caminhada na Paróquia da Imaculada Conceição de Portalegre, com a grande contribuição da catequista  Leticia Soares e do modelo de padre  Dario Torboli, com o qual aprendeu  cada vez mais a amar a  vocação sacerdotal. Em 2007, participou dos encontros vocacionais a convite do Bispo Diocesano, Dom Mariano Manzana, e em 2008 entrou  para o Seminário Santa Teresinha para  cursar o 3º ano do ensino médio no Colégio Diocesano. No período de 2009 a 2012, cursou Filosofia em Cajazeiras/PB, onde morou no Seminário Nossa Senhora da Assunção e retornando para o Seminário Santa Teresinha, de 2013 a 2016, período em que cursou Teologia na Faculdade Diocesana de Mossoró. Em 2017, começou o estágio pastoral na Paróquia de Santa Luzia, em Carnaubais. “Sabendo da grande missão que abracei conto com as orações de toda nossa Diocese para este grande momento em nossa vida”.  

* Transmissão da Rádio Rural de Mossoró
 
FONTE: BLOG DA DIOCESE DE MOSSORÓ

CNBB, OAB e COFECON emitem nota conjunta sobre reforma da previdência

CNBB, OAB e COFECON afirmam nenhuma Reforma pode ser aprovada apressadamente, nem priorizar os interesses do mercado financeiro

Da redação, com CNBB

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Conselho Federal de Economia (COFECON) emitiram, nesta quarta-feira, 19, uma nota conjunta com o posicionamento das três entidades sobre a reforma da Previdência – PEC 287/2016.

O documento reitera a posição das entidades de que nenhuma reforma que afete direitos básicos da população pode ser formulada sem a devida discussão com o conjunto da sociedade e suas organizações: a Reforma não pode ser aprovada apressadamente, nem colocar os interesses do mercado financeiro e as razões de ordem econômica acima das necessidades da população e os valores ético-sociais e solidários são imprescindíveis na busca de solução para a Previdência.

Estiveram presentes na assinatura da nota o secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner; o presidente da OAB, Cláudio Lamachia; e o presidente do Cofecon, Júlio Miragaya.

Leia a nota na íntegra:


POR UMA PREVIDÊNCIA SOCIAL JUSTA E ÉTICA

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, a Ordem dos Advogados do Brasil-OAB e o Conselho Federal de Economia-COFECON, conscientes da importância da Previdência Social para o povo brasileiro, e preocupados com a proposta de reforma encaminhada pelo Executivo ao Congresso Nacional, vêm, conjuntamente, reiterar sua posição sobre a Reforma da Previdência-PEC 287/2016.

Nenhuma reforma que afete direitos básicos da população pode ser formulada, sem a devida discussão com o conjunto da sociedade e suas organizações. A Reforma da Previdência não pode ser aprovada apressadamente, nem pode colocar os interesses do mercado financeiro e as razões de ordem econômica acima das necessidades da população. Os valores ético-sociais e solidários são imprescindíveis na busca de solução para a Previdência.

As mudanças nas regras da Seguridade Social devem garantir a proteção aos vulneráveis, idosos, titulares do Benefício de Prestação Continuada-BPC, enfermos, acidentados, trabalhadores de baixa renda e trabalhadores rurais. Atenção especial merecem as mulheres, particularmente na proteção à maternidade.

Sem números seguros e sem a compreensão clara da gestão da Previdência, torna-se impossível uma discussão objetiva e honesta, motivo pelo qual urge uma auditoria na Previdência Social. Não é correto, para justificar a proposta, comparar a situação do Brasil com a dos países ricos, pois existem diferenças profundas em termos de expectativa de vida, níveis de formalização do mercado de trabalho, de escolaridade e de salários. No Brasil, 2/3 dos aposentados e pensionistas recebem o benefício mínimo, ou seja, um salário mínimo e 52% não conseguem completar 25 anos de contribuição.

A PEC 287 vai na direção oposta à necessária retomada do crescimento econômico e da geração de empregos, na medida em que agrava a desigualdade social e provoca forte impacto negativo nas economias dos milhares de pequenos municípios do Brasil.

É necessário que a sociedade brasileira esteja atenta às ameaças de retrocesso. A ampla mobilização contra a retirada de direitos, arduamente conquistados, perceptível nas últimas manifestações, tem forçado o governo a adotar mudanças. Possíveis ajustes necessitam de debate com a sociedade para eliminar o caráter reducionista de direitos.

As entidades infra firmadas convidam seus membros e as organizações da sociedade civil ao amplo debate sobre a Reforma da Previdência e sobre quaisquer outras que visem alterar direitos conquistados, como a Reforma Trabalhista. Uma sociedade justa e fraterna se fortalece, a partir do cumprimento do dever cívico de cada cidadão, em busca do aperfeiçoamento das instituições democráticas.


Brasília, 19 de abril de 2017.

Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)

Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)

Conselho Federal de Economia (COFECON)


FONTE: CANÇÃO NOVA