terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Terça-feira - 26/01/2016

Evangelho (Lc 10,1-9)

O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1o Senhor escolheu outros setenta e dois discípulos e os enviou dois a dois, na sua frente, a toda cidade e lugar aonde ele próprio devia ir. 2E dizia-lhes: “A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Por isso, pedi ao dono da messe que mande trabalhadores para a colheita. 3Eis que vos envio como cordeiros para o meio de lobos. 4Não leveis bolsa, nem sacola, nem sandálias, e não cumprimenteis ninguém pelo caminho! 5Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro: ‘A paz esteja nesta casa!’ 6Se ali morar um amigo da paz, a vossa paz repousará sobre ele; se não, ela voltará para vós. 7Permanecei naquela mesma casa, comei e bebei do que tiverem, porque o trabalhador merece o seu salário. Não passeis de casa em casa.8Quando entrardes numa cidade e fordes bem recebidos, comei do que vos servirem, 9curai os doentes que nela houver e dizei ao povo: ‘O Reino de Deus está próximo de vós’”.



Palavra da Salvação.

Glória a vós, Senhor.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Miniassembleia - Setor Oeste





Líderes religiosos frisam importância do combate à intolerância

No
Dia de Combate à Intolerância Religiosa, convite é para o
conhecimento e respeito recíproco a fim de estabelecer a paz em meio
à diferença

Jéssica
Marçal

Da
Redação
Líderes do catolicismo, budismo, islamismo e judaísmo juntos no vídeo do Papa sobre diálogo inter-religioso / Foto: Reprodução do Vaticano
Líderes
do catolicismo, budismo, islamismo e judaísmo juntos no vídeo do
Papa sobre diálogo inter-religioso / Foto: Reprodução do Vaticano
O
Brasil celebra nesta quinta-feira, 21, o Dia Nacional de Combate à
Intolerância Religiosa. A data foi instituída com a Lei 11.635, de
27 de dezembro de 2007, para combater atitudes descriminatórias no
que diz respeito à religião.
Embora
não pareça, em pleno século 21 ainda há pessoas que são
discriminadas, ofendidas, feridas e até mesmo mortas por causa de
sua religião. Em 2014, o Disque 100, da Secretaria de Direitos
Humanos da Presidência da República, registrou 149 denúncias de
discriminação religiosa no País. Em 2015, a média foi de uma
denúncia a cada três dias sendo reportadas ao órgão. Em âmbito
internacional, às vésperas da celebração da data, um 
relatório
sobre a violência anticristã na Índia
 revelou
que mais de 200 casos desse tipo foram registrados no país.
Segundo
o rabino Michel Schlesinger, da Confederação Israelita do Brasil
(CONIB), a humanidade aprendeu muita coisa nos últimos milênios,
mas a intolerância religiosa continua sendo uma realidade, com atos
de fanatismo que colocam em risco a vida das pessoas. Diante disso,
ele acredita que, mais do que nunca, celebrar uma data como essa é
uma obrigação. “Nós não precisamos convencer uns aos outros de
que temos a razão e estamos certos, precisamos permitir que cada um
tenha a sua fé, a sua crença e a pratique com toda a liberdade
possível”.

Tolerância

Para
a Igreja católica, tolerância é muito mais que “suportar” o
outr. “É ser capaz de acolher o diferente, conviver, respeitar e
naquilo que temos em comum, caminhar juntos! A intolerância e
violência religiosa está em absoluta contradição com qualquer
religião, digna desse nome!”, declara o assessor da Comissão
Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso da
CNBB, padre Marcus Barbosa Guimarães.
Um
exemplo dessa acolhida ao diferente e convivência fraterna foi dado
por São João Paulo II, conforme recorda o padre João Firmino, da
arquidiocese de Brasília (DF). Enquanto era Papa, o santo convidava
pessoas de outras denominações religiosas para um encontro em
Assis, na Itália, a fim de celebrar a paz e vivenciar um momento de
oração comum, cada um do seu modo.
Em
Assis porque lembrava o exemplo de São Francisco de Assis que é tão
querido, visto, amado e conhecido pelas diversas religiões e
pessoas. Então a gente vê a figura do Santo Padre que nos convida a
isso, a vivenciar, já nos convidava”, comenta padre Firmino.
E
o próprio sacerdote dá testemunho pessoal desse conceito de
tolerância e fraternidade. Um de seus melhores é um pastor
evangélico, com quem ele já chegou a dividir a mesma casa. “Nós
nos conhecemos há muito tempo, às vezes quando estou com dúvida de
alguma coisa eu dou uma ligadinha para ele e falo ‘como é que você
vê isso?’, às vezes ele também me liga, a gente convive muito”.

Exemplo
no judaísmo

No
judaísmo, rabino Michel explica que a própria religião foi
construída na base do debate. O principal livro do judaísmo depois
da Torah é o Talmud, que é um livro de discussões e a maior parte
delas fica em aberto. Assim o judaísmo contribuiu e pode continuar
contribuindo para um mundo com mais diálogo, diz.
O
judaísmo, da maneira como eu entendo é uma religião, na sua
origem, bastante polifônica (…) Temos que ter a humildade de que
ninguém é detentor de toda a sabedoria, de toda a verdade, de todo
conhecimento, só Deus. Tudo o que nós sabemos é um pedacinho, uma
parcela e a parcela de um deve complementar a parcela do outro”.

O
vídeo do Papa



Nesse
mês de janeiro, o Papa gravou um vídeo em que aparece junto a
líderes do catolicismo, judaísmo, budismo e islamismo para pedir
orações pelo diálogo inter-religioso. Todos eles repetem a frase
“Creio no amor”.





Rabino
Michel contou que ficou muito feliz com a iniciativa do Papa, mas não
surpreso, pois conhece o Papa e sabe que essa é a sua linha. Desde
que Bergoglio foi eleito Papa, o rabino já se encontrou com ele em
quatro ocasiões. “O Papa Francisco realmente é um homem de
diálogo (…) esse vídeo é coerente com a biografia de diálogo do
Papa Francisco”.


O
tema do diálogo inter-religioso é uma constante nos discursos,
homilias, ações, orações e gestos do Papa Francisco. Com suas
palavras, o Papa Francisco recorda-nos que orar e empenhar-se pelo
diálogo ecumênico e inter-religioso faz parte integrante da missão
evangelizadora da Igreja”., acrescenta padre Marcus.

Passos
para a tolerância na sociedade

Olhando
para o futuro, rabino Michel acredita que a solução para os casos
de intolerância religiosa está na educação. “Se a gente puder,
nas escolas, muçulmanas, cristãs, judaicas, e também naquelas que
não são religiosas, preparar as nossas crianças e os nossos jovens
para um mundo complexo, em que diversas verdades coexistem, então a
gente está dando um passo mais significativo para construir um
amanhã de diálogo”.
Padre
Marcus indica três passos: buscar o conhecimento verdadeiro do
outro, voltar-se para Deus e nunca abandonar o caminho do diálogo.
“A estrada do diálogo foi e será sempre o caminho da Paz
verdadeira, da Vida plena e da experiência concreta da
Misericórdia”.


Além
de conhecer o outro, padre João Firmino também acredita na
necessidade de respeito, para consigo e para com o próximo, para que
a tolerância possa brotar. “Se eu consigo respeitar essa figura
dentro da minha família, no ambiente em que eu convivo, eu vou fazer
com que o mundo se torne cada vez melhor. Então que possamos ter no
coração esse desejo, de vivenciar a paz e respeitar a si mesmo,
respeitando também o outro”
Fonte: Canção Nova

Ciúme e inveja são pecados que matam com palavras, diz Papa

Na Missa de hoje, Papa alertou sobre o perigo do ciúme e da inveja, que causam fofocas e, assim, matam com as palavras

Da Redação, com Rádio Vaticano
Papa durante celebração eucarística na Casa Santa Marta / Foto: Reprodução CTV
Papa durante celebração eucarística na Casa Santa Marta / Foto: Reprodução CTV
O Papa Francisco celebrou a Missa na Casa Santa Marta nesta quinta-feira, 21, dia em que a Igreja celebra a memória de Santa Inês, virgem e mártir. Na homilia, alertou sobre o ciúme e a inveja, pecados existentes também nas comunidades cristãs e que usam a língua para matar os outros.
Francisco comentou a Primeira Leitura do dia, que fala do ciúme de Saul em relação a Davi depois da vitória contra os filisteus, chegando a pensar em matá-lo. O ciúme, segundo o Papa, é uma doença que leva à inveja.
Coisa ruim é a inveja! É um comportamento, um pecado ruim. E no coração o ciúme e a inveja crescem como erva daninha. É um coração atormentado, é um coração ruim! Mas também o coração invejoso leva a matar, leva à morte. E a Escritura o diz claramente: por inveja do diabo entrou o mal no mundo”.

Inveja que mata nas comunidades

A inveja mata, afirmou o Papa, ressaltando que o coração do invejoso e do ciumento sofre. Trata-se de um sofrimento que deseja a morte dos outros. Francisco admitiu que não é preciso ir muito longe nas comunidades cristãs para ver que, por ciúme, se mata com a língua. Quem tem inveja dos outros começa a fofocar e as fofocas matam.
E eu, pensando e refletindo sobre este trecho da Escritura, convido a mim mesmo e a todos a procurar se no meu coração há ciúme, se há inveja, que sempre leva à morte e não me faz feliz. E isso é um pecado ruim! É o início de tanta, tanta criminalidade. Peçamos ao Senhor que nos dê a graça de não abrir o coração ao ciúme, à inveja, porque essas coisas sempre levam à morte”.
Como exemplo, o Papa falou de Jesus, entregue à morte por inveja. “Peçamos ao Senhor a graça de nunca entregar à morte, por inveja, um irmão, uma irmã da paróquia, da comunidade, nem mesmo um vizinho do bairro: cada um tem os seus pecados, cada um tem as suas virtudes. São próprios de cada um. Olhar o bem e não matar com as fofocas por inveja ou por ciúme”.

Fonte: Canção Nova

2ª Semana Comum - Sexta-feira 22/01/2016

Evangelho (Mc 3,13-19)

O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 13Jesus subiu ao monte e chamou os que ele quis. E foram até ele. 14Então Jesus designou Doze, para que ficassem com ele e para enviá-los a pregar, 15com autoridade para expulsar os demônios.16Designou, pois, os Doze: Simão, a quem deu o nome de Pedro; 17Tiago e João, filhos de Zebedeu, aos quais deu o nome de Boanerges, que quer dizer “Filhos do trovão”; 18André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago, filho de Alfeu, Tadeu, Simão, o cananeu, 19e Judas Iscariotes, aquele que depois o traiu.



Palavra da Salvação.

Glória a vós, Senhor.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

MISSA DE ENCERRAMENTO DA FESTA DE SÃO SEBASTIÃO NAS COMUNIDADES DE SÃO MANOEL/SÃO SEBASTIÃO

























Papa: transmitir a misericórdia de Deus é missão comum aos cristãos

Na catequese de hoje, Papa falou da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, enfatizando a partilha do batismo e a missão de levar a misericórdia de Deus

Jéssica Marçal
Da Redação
Papa Francisco convida cristãos a, juntos, levar a misericórdia de Deus a todos os cantos da terra / Foto: Reprodução CTV
Papa Francisco convida cristãos a, juntos, levarem a misericórdia de Deus a todos os cantos da terra / Foto: Reprodução CTV
A catequese do Papa Francisco, nesta quarta-feira, 20, foi dedicada à unidade entre os cristãos, tendo em vista que, na Itália e em alguns outros países, celebra-se a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos desde segunda-feira, 18. Sem se distanciar do ciclo de catequeses sobre misericórdia, Francisco enfatizou que transmitir a misericórdia de Deus aos outros é uma missão comum aos cristãos.
O Santo Padre explicou que, nesta Semana, os cristãos são convidados a redescobrir a graça do batismo, um dos pontos de unidade, e ir além das divisões. Segundo ele, partilhar o batismo significa reconhecer que todos são pecadores e precisam de salvação. O batismo chama os cristãos ao encontro com o Deus vivo, cheio de misericórdia, acrescentou.
Francisco reconheceu que todos acabam fazendo a experiência do egoísmo que leva à divisão, mas partir novamente do batismo significa reencontrar a fonte da misericórdia, que é fonte de esperança para todos, pois ninguém está excluído da misericórdia de Deus.
A partilha dessa graça (do batismo) cria uma ligação indissolúvel entre nós cristãos, de forma que no batismo podemos nos considerar todos irmãos, somos povo santo de Deus mesmo que, por causa de nossos pecados, não sejamos um povo plenamente unido”.
Para os cristãos, acrescentou o Santo Padre, anunciar a força do Evangelho e partilhar as obras de misericórdia, corporais e espirituais, é uma experiência concreta de fraternidade. “Temos uma missão em comum que é aquela de transmitir a misericórdia recebida aos outros, partindo dos mais pobres e abandonados”.
Francisco concluiu a audiência pública com os fiéis pedindo que, nesta Semana de Oração, eles rezem para que todos os discípulos de Cristo encontrem, juntos, um modo de levar a misericórdia do Pai a todos os cantos da terra.

FONTE: CANÇÃO NOVA

SANTO DO DIA - Santa Inês, modelo de pureza

Virgem e mártir, Santa Inês se deixou transformar pelo amor de Deus que é santo


Seu nome vem do grego, que significa pura. Ela pertenceu a uma família romana e, segundo os costumes do seu tempo, foi cuidada por uma aia (uma babá) que só a deixaria após o casamento.
Santa Inês tinha cerca de 12 anos quando um pretendente se aproximou dela; segundo a tradição, era filho do prefeito de Roma e estava encantado pela beleza física de Inês. Mas sua beleza principal é aquela que não passa: a comunhão com Deus. De maneira secreta, ela tinha feito uma descoberta vocacional, era chamada a ser uma das virgens consagradas do Senhor; e fez este compromisso. O jovem não sabia e, diante de tantas propostas, ela sempre dizia ‘não’. Até que ele denunciou Inês para as autoridades, porque sob o império de Diocleciano, era correr risco de vida. Quem renunciasse Jesus ficava com a própria vida; caso contrário, se tornava um mártir. Foi o que aconteceu com esta jovem de cerca de 12 ou 13 anos.
Tão conhecida e citada pelos santos padres, Santa Inês é modelo de uma pureza à prova de fogo, pois diante das autoridades e do imperador, ela se disse cristã. Eles começaram pelo diálogo, depois as diversas ameaças com fogo e tortura, mas em nada ela renunciava o seu Divino Esposo. Até que pegaram-na e a levaram para um lugar em Roma próprio da prostituição, mas ela deixou claro que Jesus Cristo, seu Divino Esposo, não abandona os seus. De fato, ela não foi manchada pelo pecado.
Auxiliada pelo Espírito Santo, com muita sabedoria, ela permaneceu fiel ao seu voto e ao seu compromisso; até que as autoridades, vendo que não podiam vencê-la pela ignorância, mandaram, então, degolar a jovem cristã. Ela perdeu a cabeça, mas não o coração, que ficou para sempre em Cristo.
Santa Inês tem uma basílica que foi consagrada a ela no lugar onde foi enterrada.

Santa Inês, rogai por nós!

Quinta-feira 21/01/2016

Evangelho (Mc 3,7-12)
 
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 7Jesus se retirou para a beira do mar, junto com seus discípulos. Muita gente da Galileia o seguia. 8E também muita gente da Judeia, de Jerusalém, da Idumeia, do outro lado do Jordão, dos territórios de Tiro e Sidônia, foi até Jesus, porque tinham ouvido falar de tudo o que ele fazia. 9Então Jesus pediu aos discípulos que lhe providenciassem uma barca, por causa da multidão, para que não o comprimisse.
10Com efeito, Jesus tinha curado muitas pessoas, e todos os que sofriam de algum mal jogavam-se sobre ele para tocá-lo. 11Vendo Jesus, os espíritos maus caíam a seus pés, gritando: “Tu és o Filho de Deus!” 12Mas Jesus ordenava severamente para não dizerem quem ele era.



Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.


terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Miniassembleia - Setor Sul











Papa: não há santo sem passado nem pecador sem futuro

Na homilia de hoje, Papa comentou o exemplo do Rei Davi, homem santo e pecador


Da Redação, com Rádio Vaticano
Francisco na capela da Casa Santa Marta, onde reside e celebra Missas / Foto: L'Osservatore Romano
Francisco na capela da Casa Santa Marta, onde reside e celebra Missas / Foto: L’Osservatore Romano
Deus não fica nas aparências, mas vê o coração, afirmou o Papa Francisco na Missa desta terça-feira, 19, na Casa Santa Marta. O Santo Padre destacou que também na vida dos santos há tentações e pecados, como demonstra a própria vida de Davi, mas jamais se pode usar Deus para vencer uma causa própria.
A homilia teve como fio condutor a Primeira Leitura do dia, que narra a eleição do jovem Davi como rei de Israel. O Senhor rejeita Saul porque tinha o coração fechado, não havia obedecido ao Senhor e pensa, portanto, em escolher outro rei. Uma escolha distante dos critérios humanos, já que Davi era o menor dos filhos de Jessé, um rapaz. Mas o Senhor faz o profeta Samuel entender que, para Ele, não conta a aparência, pois Deus vê o coração.
Nós somos tantas vezes escravos das aparências, escravos das coisas que aparecem e nos deixamos levar por essas coisas: ‘Mas isso parece …’ Mas o Senhor sabe a verdade. É assim esta história. Passam os sete filhos de Jessé e o Senhor não escolhe ninguém, os deixa passar. Samuel se encontra um pouco em dificuldade e diz ao Pai: ‘’A este tampouco o Senhor escolheu’?’ ‘Estão aqui todos os teus filhos?’ ‘’Resta ainda o mais novo, que está apascentando as ovelhas’’. Aos olhos dos homens, este jovem não contava”.
Davi: santo e pecador
Francisco explicou que, embora não contasse para os homens, Davi foi o escolhido de Deus, que ordenou a Samuel ungi-lo. A partir daquele dia, toda a vida de Davi foi a de um homem ungido pelo Senhor, mas Deus não o fez santo. O Rei Davi, explicou o Papa, é o santo Rei Davi, isso é verdade, mas santo depois de uma longa vida, também marcada por pecados.
Santo e pecador. Um homem que soube unir o Reino, soube levar adiante o povo de Israel. Mas tinha as suas tentações… tinha seus pecados: foi também um assassino. Para encobrir sua luxúria, o pecado de adultério, mandou… comandou que matassem. Ele! ‘Mas o santo Rei Davi matou?’ Mas quando Deus enviou o profeta Natã para que visse esta realidade, porque ele não tinha se dado conta da barbárie que havia ordenado, reconheceu: ‘pequei’. E pediu perdão”.
Assim, a vida de Davi seguiu adiante. Sofreu na carne a traição do filho, mas nunca usou Deus para vencer uma causa própria. Quando Davi deve fugir de Jerusalém, devolve a Arca e declara que não usará o Senhor em sua defesa. E quando era insultado, Davi, em seu coração, pensava: “eu mereço”.
Não há santo sem passado, tampouco pecador sem futuro
Depois, destacou Francisco, chega à vida de Davi a “magnanimidade”: poderia matar Saul, mas não o fez. Eis o santo rei Davi, grande pecador, mas arrependido. “Me comove a vida deste homem”, confessou o Papa, uma história que faz as pessoas pensarem em suas vidas hoje.
Todos fomos escolhidos pelo Senhor para o Batismo, para estar no seu povo, para ser santos; fomos consagrados pelo Senhor neste caminho da santidade. Foi lendo esta vida, de um menino – aliás, não um menino, um rapaz – de um rapaz a um idoso, que fez tantas coisas boas e outras nem tanto, que me ocorre que no caminho cristão, no caminho que o Senhor nos convidou a percorrer, não há nenhum santo sem passado, tampouco um pecador sem futuro”.

FONTE: CANÇÃO NOVA

SANTO DO DIA - São Sebastião, defensor da Igreja

Defensor da Igreja como soldado, como capitão e também como apóstolo dos confessores, daqueles que eram presos


O santo de hoje nasceu em Narbonne; os pais eram oriundos de Milão, na Itália, do século terceiro. São Sebastião, desde cedo, foi muito generoso e dado ao serviço. Recebeu a graça do santo batismo e zelou por ele em relação à sua vida e à dos irmãos.
Ao entrar para o serviço no Império como soldado, tinha muita saúde no físico, na mente e, principalmente, na alma. Não demorou muito, tornou-se o primeiro capitão da guarda do Império. Esse grande homem de Deus ficou conhecido por muitos cristãos, pois, sem que as autoridades soubessem – nesse tempo, no Império de Diocleciano, a Igreja e os cristãos eram duramente perseguidos –, porque o imperador adorava os deuses. Enquanto os cristãos não adoravam as coisas, mas as três Pessoas da Santíssima Trindade.
Esse mistério o levava a consolar os cristãos que eram presos de maneira secreta, mas muito sábia; uma evangelização eficaz pelo testemunho que não podia ser explícito.
São Sebastião tornou-se defensor da Igreja como soldado, como capitão e também como apóstolo dos confessores, daqueles que eram presos. Também foi apóstolo dos mártires, os que confessavam Jesus em todas as situações, renunciando à própria vida. O coração de São Sebastião tinha esse desejo: tornar-se mártir. E um apóstata denunciou-o para o Império e lá estava ele, diante do imperador, que estava muito decepcionado com ele por se sentir traído. Mas esse santo deixou claro, com muita sabedoria, auxiliado pelo Espírito Santo, que o melhor que ele fazia para o Império era esse serviço; denunciando o paganismo e a injustiça.
São Sebastião, defensor da verdade no amor apaixonado a Deus. O imperador, com o coração fechado, mandou prendê-lo num tronco e muitas flechadas sobre ele foram lançadas até o ponto de pensarem que estava morto. Mas uma mulher, esposa de um mártir, o conhecia, aproximou-se dele e percebeu que ele estava ainda vivo por graça. Ela cuidou das feridas dele. Ao recobrar sua saúde depois de um tempo, apresentou-se novamente para o imperador, pois queria o seu bem e o bem de todo o Império. Evangelizou, testemunhou, mas, dessa vez, no ano de 288 foi duramente martirizado.

São Sebastião, rogai por nós!

Quarta-feira 20/01/2016

Evangelho (Mc 3,1-6)

O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1Jesus entrou de novo na sinagoga. Havia ali um homem com a mão seca. 2Alguns o observavam para ver se haveria de curar em dia de sábado, para poderem acusá-lo. 3Jesus disse ao homem da mão seca: “Levanta-te e fica aqui no meio!” 4E perguntou-lhes: “É permitido no sábado fazer o bem ou fazer o mal? Salvar uma vida ou deixá-la morrer?” Mas eles nada disseram. 5Jesus, então, olhou ao seu redor, cheio de ira e tristeza, porque eram duros de coração; e disse ao homem: “Estende a mão”. Ele a estendeu e a mão ficou curada. 6Ao saírem, os fariseus com os partidários de Herodes, imediatamente tramaram, contra Jesus, a maneira como haveriam de matá-lo.



Palavra da Salvação.

Glória a vós, Senhor.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Festa de São Sebastião na Comunidade de São Manoel/São Sebastião


DIOCESE DE SANTA LUZIA DE MOSSORÓ
PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DA IMACULADA CONCEIÇÃO
UPANEMA/RN

FESTA DO PADROEIRO DE SÃO SEBASTIÃO
- COMUNIDADES DE SÃO MANOEL E SÃO SEBASTIÃO -


TEMA: “No testemunho de São Sebastião, viver e professar a fé na misericórdia Divina”.
Período: 17 a 20 de janeiro de 2016.
Local: Projetos de Assentamentos São Manoel e São Sebastião – Upanema/RN

PROGRAMAÇÃO

Dia 17/01/2016 – (domingo) Abertura
19 h – Novena
Animação: Pascom e Juventude

Dia 18/01/2016 – (segunda-feira)
19 h – Novena
Animação: Renovação Carismática Católica

Dia 19/01/2016 – (terça-feira)
18 h – Reunião para pais e padrinhos
19 h – Novena
Animação: Pastoral da Família

Dia 20/01/2016 – (quarta-feira) – DIA DE SÃO SEBASTIÃO
15 h – Batizados
16 h – Missa Solene

Celebrante: Pe. Francinaldo Macário