quarta-feira, 24 de maio de 2017

Catequese: Jesus nos oferece a "terapia da esperança"

Cerca de 20 mil pessoas estiveram com o Papa na Catequese desta quarta-feira

Da redação, com Rádio Vaticano
Papa Francisco durante a Catequese desta quarta-feira, 24./ Foto: Reprodução CTV
A terapia da esperança: foi o que propôs o Papa Francisco aos cerca de 20 mil fiéis reunidos na Praça S. Pedro na Audiência Geral desta quarta-feira, 24.

Em sua catequese, o Pontífice comentou a experiência dos dois discípulos de Emaús, de que fala o Evangelho de Lucas. Dois homens caminhavam desiludidos após a morte de Jesus. Caminhavam tristes, porque viram morrer as esperanças que tinham depositado em Jesus, sendo a cruz erguida no Calvário o sinal mais eloquente da derrota que não tinham previsto.

O encontro de Jesus com os dois discípulos parece casual. Caminham pensativos e um desconhecido se aproxima: é Cristo, que então começa a sua “terapia da esperança”. “Quem a faz? Jesus. Antes de tudo, pergunta e escuta, pois o nosso Deus não é um Deus intrometido”, disse o Papa.

Mesmo conhecendo o motivo da desilusão, deixa que falem de sua amargura. O resultado é uma confissão que mais se parece com um refrão da existência humana: «Nós esperávamos, mas…»
“Quantas tristezas, quantas derrotas, quantas falências existem na vida de cada pessoa! No fundo, somos todos um pouco como esses dois discípulos. Quantas vezes nos encontramos a um passo da felicidade e ficamos desiludidos. Mas Jesus caminha com todas as pessoas cabisbaixas. E caminhando com elas, de forma discreta, lhes restitui a esperança.”

A verdadeira esperança passa através de derrotas. Nos Livros Sagrados, não se encontram histórias de heroísmo fácil, nem campanhas fulminantes de conquista. Deus não gosta de ser amado como um General que leva o seu povo à vitória, aniquilando os adversários. A presença do Senhor lembra uma chama frágil que arde num dia de frio e vento; e, para aparecer ainda mais frágil esta sua presença neste mundo, foi esconder-Se num lugar que todos desdenham.

Com os dois discípulos, Jesus repete o gesto fulcral da Eucaristia: tomou o pão, pronunciou a bênção e, depois de o partir, o entregou. Neste gesto está também o significado de como deve ser a Igreja: o destino de cada um de nós. Jesus nos toma, pronuncia a bênção, e espedaça a nossa vida – porque não há amor sem sacrifício – e a oferece aos outros, a todos.

O encontro de Jesus com os dois discípulos é rápido. Mas nele está todo o destino da Igreja. Nos fala que a comunidade cristã não está fechada numa cidadela fortificada, mas caminha no seu ambiente mais vital, isto é, na rua. E ali encontra as pessoas, com suas esperanças e suas desilusões. A Igreja oferece escuta a todos, para depois oferecer a Palavra de vida. E então o coração das pessoas volta a arder de esperança.

“Todos na nossa vida tivemos momentos difíceis, momentos em que caminhávamos tristes, desiludidos, sem horizonte, somente com um muro diante de nós. Jesus sempre está do nosso lado, para nos dar esperança,. Para nos aquecer o coração. Ele nos diz: vai avante, estou com você, prossiga.”

O segredo do caminho que conduz a Emaús está aqui: apesar das aparências contrárias, nós continuamos a ser amados por Deus; Ele jamais deixará de nos querer bem.

“Deus caminhará conosco sempre, sempre, mesmo nos momentos mais dolorosos, nos momentos mais duros, de derrota. Ali está o Senhor. E esta é a nossa esperança, prossigamos com esta esperança, porque Ele está do nosso lado caminhando conosco, sempre!”

Fonte: Canção Nova

6ª Semana da Páscoa - Quarta-feira 24/05/2017

Evangelho (Jo 16,12-15)
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 12“Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas não sois capazes de as compreender agora. 13Quando, porém, vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à plena verdade. Pois ele não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido; e até as coisas futuras vos anunciará.
14Ele me glorificará, porque receberá do que é meu e vo-lo anunciará. 15Tudo o que o Pai possui é meu. Por isso, disse que o que ele receberá e vos anunciará, é meu”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

terça-feira, 23 de maio de 2017

Papa: converter-se é passar da vida morna ao anúncio de Jesus

Em homilia na Casa Santa Marta, Papa Francisco lembrou que o consagrado é perseguido por dizer a verdade

Da redação, com Rádio Vaticano
Papa Francisco em Missa na Capela da Casa Santa Marta, na manhã desta terça-feira, 23./ Foto: Rádio Vaticano.

Muitas pessoas consagradas foram perseguidas por terem denunciado atitudes de mundanidade: o espírito mau prefere uma Igreja sem risco e morna. Foi o que disse o Papa Francisco na homilia da Missa celebrada na Casa Santa Marta, nesta terça-feira, 23.

Em sua homilia, o Pontífice comentou o capítulo 16 dos Atos dos Apóstolos, que narra Paulo e Silas em Filipos. Uma escrava que tinha um espírito de adivinhação começou a segui-los e, gritando, os indicou como “servos de Deus”. Era um louvor, mas Paulo, sabendo que esta mulher estava possuída por um espírito maligno, um dia o expulsou. Paulo – notou o Papa – entendeu que “aquele não era o caminho da conversão daquela cidade, porque tudo permanecia tranquilo”. Todos aceitavam a doutrina, mas não havia conversões.

Muitos consagrados perseguidos por terem dito a verdade

Isto se repete na história da salvação: quando o povo de Deus estava tranquilo, não arriscava ou servia – não “digo aos ídolos” – mas “à mundanidade”, explica Francisco. Então o Senhor enviava os profetas que eram perseguidos “porque incomodavam”, como ocorreu com Paulo: ele entendeu o engano e mandou embora esse espírito que, apesar de dizer a verdade – isto é, que ele e Silas eram homens de Deus – no entanto, era “um espírito de torpor, que tornava a igreja morna”. “Na Igreja – afirma – quando alguém denuncia tantos modos de mundanidade é encarado com olhos tortos, não deve ser assim, melhor que se distancie”:

“Eu lembro na minha terra, tantos, tantos homens e mulheres, consagrados bons, não ideólogos, mas que diziam: ‘Não, a Igreja de Jesus…’ – ‘Ele é comunista, fora!’, e os expulsavam, os perseguiam. Pensemos no beato Romero, não?, o que aconteceu por dizer a verdade. E muitos, muitos na história da Igreja, também aqui na Europa. Por quê? Porque o espírito maligno prefere uma Igreja tranquila sem riscos, uma Igreja dos negócios, uma Igreja cômoda, na comodidade do torpor, morna”.
No capítulo 16, se fala ainda dos patrões dessa escrava, que ficaram bravos com ela porque não podiam mais ganhar dinheiro às suas custas por ter perdido o poder de adivinhação. O Papa destacou que “o espírito maligno sempre entra pelo bolso”. “Quando a Igreja está morna, tranquila, toda organizada, não existem problemas, mas olhem onde há negócios”, afirmou Francisco.

Mas além do dinheiro, há outra palavra ressaltado pelo Pontífice, que é a “alegria”. Paulo e Silas são arrastados pelos patrões da escrava diante dos juízes, que ordenaram que fossem açoitados e levados à prisão. O carcereiro os leva para a parte mais escondida da prisão. Paulo e Silas cantavam. Por volta da meia-noite, há um forte tremor de terremoto e todas as portas da prisão se abrem. O carcereiro está para se matar antes que fosse assassinado por ter deixado os prisioneiros escaparem, mas Paulo o exorta a não se machucar, porque – disse – “estamos todos aqui”. Então o carcereiro pede explicações e se converte. Lava as feridas deles, é batizado e fica cheio de alegria”:

“E este é o caminho da nossa conversão diária: passar de um estado de vida mundano, tranquilo, sem riscos, católico, sim, sim, mas assim, morno, a um estado de vida de verdadeiro anúncio de Jesus Cristo, à alegria do anúncio de Cristo. Passar de uma religiosidade que olha demasiado para os lucros para uma religiosidade de fé e de proclamação: ‘Jesus é o Senhor’”.

Este é o milagre que o Espírito Santo faz. O Papa exortou então a ler o capítulo 16 dos Atos para ver como o Senhor “com os seus mártires” leva a Igreja para frente:
“Uma Igreja sem mártires não dá nenhuma confiança; uma Igreja que não se arrisca provoca desconfiança; uma Igreja que tem medo de anunciar Jesus Cristo e afugentar os demônios, os ídolos, o outro senhor, que é o dinheiro, não é a Igreja de Jesus. Na oração pedimos a graça e também agradecemos o Senhor pela renovada juventude que nos dá com Jesus e pedimos a graça que ele mantenha esta renovada juventude. Esta Igreja de Filipos foi renovada e tornou-se uma Igreja jovem. Que todos nós tenhamos isso: uma renovada juventude, uma conversão do modo de viver morno ao anúncio alegre que Jesus é o Senhor”.

Fonte: Canção Nova

6ª Semana da Páscoa - Terça-feira 23/05/2017

Evangelho (Jo 16,5-11)

O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 5“Agora, parto para aquele que me enviou, e nenhum de vós me pergunta: ‘Para onde vais?’ 6Mas, porque vos disse isto, a tristeza encheu os vossos corações. 7No entanto, eu vos digo a verdade: É bom para vós que eu parta; se eu não for, não virá até vós o Defensor; mas, se eu me for, eu vo-lo mandarei. 8E quando vier, ele demonstrará ao mundo em que consistem o pecado, a justiça e o julgamento: 9o pecado, porque não acreditaram em mim; 10a justiça, porque vou para o Pai, de modo que não mais me vereis; 11e o julgamento, porque o chefe deste mundo já está condenado”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Escuta e partilha são necessárias para uma vida plena, diz Papa a religiosas

Francisco destacou ainda o valor do dom do discernimento para reconhecer o que pertence ao Espírito e o que é contrário a Ele

Da redação, com Rádio Vaticano


O Papa Francisco recebeu em audiência, nesta segunda-feira, 22, na Sala do Consistório, no Vaticano, 53 participantes do 9º Capítulo Geral das Pias Discípulas do Divino Mestre.
O Capítulo Geral das religiosas teve início, em Roma, no dia 10 de abril e prossegue até 28 de maio, sobre o tema “Vinho novo em odres novos”. No último dia 10, foi eleita a nova Superiora Geral, Ir. M. Micaela Monetti, que exercerá o cargo até 2023. Este é o segundo mandato da religiosa.

Comunhão

O Papa desejou às Pias Discípulas do Divino Mestre que esse tempo do Capítulo Geral traga frutos abundantes do Evangelho na vida do Instituto.
“Frutos, sobretudo, de comunhão. Abertas ao Espírito Santo, Mestre da diversidade e Mestre da unidade nas diferenças, vocês caminharão na comunhão que respeita a pluralidade, que as impulsione a tecer incansavelmente a unidade nas diferenças legítimas, considerando a sua presença em vários países e culturas. Como permitir a cada um de se expressar, de ser acolhido com os seus dons específicos, de se tornar plenamente corresponsável? Cultivando a atenção e o acolhimento recíproco, praticando a correção fraterna e o respeito pelas irmãs vulneráveis, crescendo no espírito de viver juntas, banindo das comunidades as divisões, invejas e fofocas, dizendo as coisas com franqueza e caridade.”

Carismas 

Francisco destacou os frutos de comunhão com os homens e mulheres de nosso tempo, com os irmãos e irmãs da Família Paulina, pois as Pias Discípulas do Divino Mestre tem como pai e fundador Pe. Tiago Alberione, e a missão de levar o Evangelho aos homens e mulheres de nosso tempo, “através do apostolado litúrgico e auxílio aos sacerdotes”.
Frutos de comunhão com outros carismas. “É o momento da sinergia de todos os consagrados para acolher as riquezas de outros carismas e colocá-los a serviço da evangelização, permanecendo fiéis à própria identidade. Ninguém constrói o futuro isolando-se, nem com as próprias forças”, disse o Papa.

Escuta

“O Capítulo Geral é tempo de ouvir o Senhor que nos fala através dos sinais dos tempos. Tempo de escuta recíproca e abertura ao que o Senhor nos comunica através dos irmãos. Tempo de confronto sereno e sem preconceitos entre os próprios projetos e os dos outros. Tudo isso requer abertura da mente e do coração.”
“O Capítulo Geral é um tempo propício para exercer o espírito do êxodo e da hospitalidade: sair de si para acolher com alegria a parte da verdade que o outro me comunica e juntos caminhar para a verdade plena e única que nos torna livres”.

Discernimento

“Ouvir as irmãs, como também os homens e as mulheres de hoje. Nesse tempo de grandes desafios, que exigem dos consagrados fidelidade criativa e busca apaixonada, a escuta e a partilha são muito necessárias, se quisermos que a nossa vida seja plenamente significativa para nós mesmos e para as pessoas que encontramos.”
“Para tal objetivo é necessário manter um clima de discernimento, para reconhecer o que pertence ao Espírito e o que é contrário a Ele. Diante de nós se abre um mundo de possibilidades. A cultura em que estamos imersos nos apresenta todas como válidas e boas, mas se não quisermos ser vítimas da cultura do zapping, e às vezes de uma cultura de morte, devemos incrementar o hábito do discernimento, nos formar e formar para o discernimento. Nunca se cansem de se perguntar como indivíduo e comunidade: Senhor, o que devo fazer? O que devemos fazer?”

Profecia

Segundo Francisco, “o Capítulo é também tempo para renovar a docilidade ao Espírito que anima a profecia. Este é o valor irrenunciável para a vida consagrada, pois é uma forma especial de participação na missão profética de Cristo”.
O Papa encorajou as religiosas a viverem “a profecia da alegria, aquela que nasce do encontro com Cristo numa vida de oração pessoal e comunitária, de escuta da Palavra, no encontro com os irmãos e irmãs, numa vida comunitária fraterna e alegre, inclusiva da fragilidade e que abraça a carne de Cristo nos pobres”.
Francisco incentivou as Pias Discípulas do Divino Mestre a serem “profetas da esperança com os olhos voltados para o futuro”. “Como todos os discípulos de Jesus sabemos que a esperança é para nós uma responsabilidade. Jesus Cristo é a nossa esperança. Nele depositamos a nossa confiança e com a força do Espírito Santo podemos ser profetas da esperança. Não se unam aos profetas da desgraça que fazem tanto mal à Igreja e à vida consagrada”, concluiu.

Fonte: Canção Nova

SANTO DO DIA - Santa Rita de Cássia, conhecida como Santa dos Impossíveis

Santa Rita de CássiaA santa de hoje viveu os impossíveis de sua vida se refugiando no Senhor

Nasceu na Itália, em Cássia, no ano de 1381. Seu grande desejo era consagrar-se à vida religiosa. Mas, segundo os costumes de seu tempo, ela foi entregue em matrimônio para Paulo Ferdinando.
Tiveram dois filhos, e ela buscou educá-los na fé e no amor. Porém, eles foram influenciados pelo pai, que antes de se casar se apresentava com uma boa índole, mas depois se mostrou fanfarrão, traidor, entregue aos vícios. E seus filhos o acompanharam.

Rita então, chorava, orava, intercedia e sempre dava bom exemplo a eles. E passou por um grande sofrimento ao ter o marido assassinado e ao descobrir depois que os dois filhos pensavam em vingar a morte do pai. Com um amor heroico por suas almas, ela suplicou a Deus que os levasse antes que cometessem esse grave pecado. Pouco tempo mais tarde, os dois rapazes morreram depois de preparar-se para o encontro com Deus.

Sem o marido e filhos, Santa Rita entregou-se à oração, penitência e obras de caridade e tentou ser admitida no Convento Agostiniano em Cássia, fato que foi recusado no início. No entanto, ela não desistiu e manteve-se em oração, pedindo a intercessão de seus três santos patronos – São João Batista, Santo Agostinho e São Nicolas de Tolentino – e milagrosamente foi aceita no convento. Isso aconteceu por volta de 1441.

Seu refúgio era Jesus Cristo. A santa de hoje viveu os impossíveis de sua vida se refugiando no Senhor. Rita quis ser religiosa. Já era uma esposa santa, tornou-se uma viúva santa e depois uma religiosa exemplar. Ela recebeu um estigma na testa, que a fez sofrer muito devido à humilhação que sentia, pois cheirava mal e incomodava os outros. Por isso teve que viver resguardada.

Morreu com 76 anos, após uma dura enfermidade que a fez padecer por 4 anos. Hoje ela intercede pelos impossíveis de nossa vida, pois é conhecida como a “Santa dos Impossíveis”.

Santa Rita de Cássia, rogai por nós!

6ª Semana da Páscoa - Segunda-feira 22/05/2017

Evangelho (Jo 15,26–16,4a)

O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 15,26“Quando vier o Defensor que eu vos mandarei da parte do Pai, o Espírito da Verdade, que procede do Pai, ele dará testemunho de mim.
27E vós também dareis testemunho, porque estais comigo desde o começo. 16,1Eu vos disse estas coisas para que a vossa fé não seja abalada. 2Expulsar-vos-ão das sinagogas, e virá a hora em que aquele que vos matar julgará estar prestando culto a Deus. 3Agirão assim, porque não conheceram o Pai, nem a mim. 4aEu vos digo isto, para que vos lembreis de que eu o disse, quando chegar a hora”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

domingo, 21 de maio de 2017

6º Domingo da Páscoa - 21/05/2017

Anúncio do Evangelho (Jo 14,15-21)


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 15Se me amais, guardareis os meus mandamentos, 16e eu rogarei ao Pai, e ele vos dará um outro Defensor, para que permaneça sempre convosco: 17o Espírito da Verdade, que o mundo não é capaz de receber, porque não o vê nem o conhece. Vós o conheceis, porque ele permanece junto de vós e estará dentro de vós. 18Não vos deixarei órfãos. Eu virei a vós. 19Pouco tempo ainda, e o mundo não mais me verá, mas vós me vereis, porque eu vivo e vós vivereis. 20Naquele dia sabereis que eu estou no meu Pai e vós em mim e eu em vós.
21Quem acolheu os meus mandamentos e os observa, esse me ama. Ora, quem me ama será amado por meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

sábado, 20 de maio de 2017

5ª Semana da Páscoa - Sábado 20/05/2017

Evangelho (Jo 15,18-21)

O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 18“Se o mundo vos odeia, sabei que primeiro me odiou a mim. 19Se fôsseis do mundo, o mundo gostaria daquilo que lhe pertence. Mas, porque não sois do mundo, porque eu vos escolhi e apartei do mundo, o mundo por isso vos odeia.
20Lembrai-vos daquilo que eu vos disse: ‘O servo não é maior que seu senhor’. Se me perseguiram a mim, também perseguirão a vós. Se guardaram a minha palavra, também guardarão a vossa. 21Tudo isto eles farão contra vós por causa do meu nome, porque não conhecem aquele que me enviou”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

5ª Semana da Páscoa - Sexta-feira 19/05/2017

Evangelho (Jo 15,12-17)

O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 12“Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei. 13Ninguém tem amor maior do que aquele que dá sua vida pelos amigos.
14Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. 15Já não vos chamo servos, pois o servo não sabe o que faz o seu Senhor. Eu chamo-vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai. 16Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi e vos designei para irdes e para que produzais fruto e o vosso fruto permaneça. O que, então, pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo concederá. 17Isto é o que vos ordeno: amai-vos uns aos outros”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

Papa: o amor de Jesus é sem medida, não seguir os “amores” mundanos

Francisco afirmou que o Senhor pede que permaneçamos no Seu amor “porque é o amor do Pai”

Da redação, com Rádio Vaticano

“O amor de Jesus é sem medida, não como os amores mundanos, que buscam poder e vaidade”, afirmou o Papa Francisco na Missa matutina desta quinta-feira, 18, na Casa Santa Marta.
“Assim como o Pai me amou, também eu vos amei”: o Pontífice desenvolveu sua homilia partindo da afirmação de Jesus, que destaca como o seu amor seja infinito. O Senhor, observou ainda, nos pede que permaneçamos no Seu amor “porque é o amor do Pai” e nos convida a observar os Seus mandamentos. Para Francisco, “certamente os Dez Mandamentos são a base, o fundamento, mas é preciso seguir todas as coisas que Jesus nos ensinou, os mandamentos da vida cotidiana”, que representam “um modo de viver cristão”.

Uma coisa é querer bem, outra é amar

A lista dos mandamentos de Jesus é muito ampla, afirmou Francisco, mas “o cerne é um: o amor do Pai por Ele o amor Dele por nós”:
“Existem outros amores. Também o mundo nos propõe outros amores: o amor ao dinheiro, por exemplo, o amor à vaidade, exibir-se, o amor ao orgulho, o amor ao poder, inclusive cometendo muitas injustiças para ter mais poder… São outros amores, este não é de Jesus e não é do Pai. Ele nos pede para permanecer no seu amor, que é o amor do Pai. Pensemos também nesses outros amores que nos afastam do amor de Jesus. E também, existem outras medidas para amar: amar pela metade, isso não é amar. Uma coisa é querer bem, outra é amar.”

O amor de Deus é sem medida

“Amar – destacou – é mais do que querer bem”. Qual é, portanto, “a medida do amor”, se pergunta Francisco: “A medida do amor é amar sem medida”:
“E assim, realizando esses mandamentos que Jesus nos deixou, permaneceremos no Seu amor, que é o amor do Pai, é o mesmo. Sem medida. Sem este amor morno ou interesseiro. ‘Mas porque, Senhor, nos lembra dessas coisas?’, podemos perguntar. ‘Para que a minha alegria esteja em vocês e esta alegria seja plena’. Se o amor do Pai vai até Jesus, Jesus nos ensina o caminho do amor: o coração aberto, amar sem medida, deixando de lado outros amores”.

A missão do cristão é obedecer a Deus e doar alegria às pessoas

“O grande amor por Ele – acrescentou o Papa – é permanecer neste amo e se há alegria”; “o amor e a alegria são um dom”. Dons que devemos pedir ao Senhor:
“Pouco tempo atrás, um sacerdote foi nomeado bispo. Foi visitar seu pai, já idoso, para dar-lhe a notícia. Este homem idoso, aposentado, homem humilde, um operário durante toda a vida, não tinha frequentado a universidade, mas tinha a sabedoria da vida. Deu somente dois conselhos para o filho: ‘Obedeça e dê alegria às pessoas’. Este homem tinha entendido isso: obedeça ao amor do Pai, sem outros amores, obedeça a este dom e, depois, dê alegria às pessoas. E nós, cristãos, leigos, sacerdotes, consagrados, bispos, devemos dar alegria às pessoas. Mas por que? Por isso, pelo caminho do amor, sem qualquer interesse, somente pelo caminho do amor. A nossa missão cristã é dar alegria às pessoas.”
O Papa concluiu: “Que o Senhor proteja, como pedimos nas orações, este dom de permanecer no amor de Jesus para poder dar alegria às pessoas”.

Fonte: Canção Nova

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Catequese: "Nosso Deus é um sonhador, que sonha a transformação do mundo"

Francisco dá continuidade ao ciclo de Catequeses sobre a esperança no contexto do Mistério Pascal

Da redação, com Rádio Vaticano
“A ressurreição de Jesus é uma revolução que transformou a vida de Maria Madalena e transforma a vida de cada um de nós” / Foto: Reprodução CTV

Maria Madalena, apóstola da esperança: este foi o tema da catequese do Papa Francisco na Audiência Geral desta quarta-feira, 17.
Aos cerca de 20 mil fiéis presentes na Praça São Pedro, entre os quais brasileiros da Bahia, de Fortaleza e Brasília, o Pontífice deu prosseguimento ao ciclo sobre a esperança no contexto do mistério pascal, falando daquela que, por primeiro, viu Jesus ressuscitado.
Após a sua morte e assim que o descanso do Sábado o permitiu, Maria Madalena foi até o sepulcro para completar os ritos fúnebres. Ao chegar, viu que alguém tinha removido a pedra que estava à porta do sepulcro e logo pensou que tivessem roubado o corpo de Jesus. Este trajeto rumo ao sepulcro, disse o Papa, espelha a fidelidade de tantas mulheres que são devotas por anos às ruelas dos cemitério, em memória de alguém que não existe mais. “Os elos mais autênticos não são interrompidos nem mesmo pela morte: há quem continua a amar mesmo que a pessoa amada tenha ido embora para sempre”, afirmou Francisco em meio aos aplausos dos fiéis.

Deus nos chama pelo nome

Ela advertiu os discípulos e, em seguida, voltou novamente ao sepulcro com uma dupla tristeza: a morte de Jesus e o desaparecimento de seu corpo. Porém, desta vez, foi surpreendida pelo aparecimento de dois anjos e, finalmente, do próprio Jesus, a quem reconhece quando este a chama pelo nome: Maria!
“Como é belo pensar que a primeira aparição do Ressuscitado tenha ocorrido de modo assim tão pessoal!”, disse Francisco. “Tem alguém que nos conhece, que vê o nosso sofrimento e a nossa desilusão, que se comove e nos chama pelo nome. Em volta de Jesus, há muitas pessoas que buscam a Deus; mas a realidade mais prodigiosa é que, muito antes, há um Deus que se preocupa com nossa vida. Cada homem é uma história de amor que Deus escreve sobre esta terra. A cada um de nós Deus chama por nome, nos olha, nos espera, nos perdoa, tem paciência. É verdade ou não?”, perguntou o Papa aos fiéis.

Revolução não é como um conta-gotas

A ressurreição de Jesus é uma revolução que transformou a vida de Maria Madalena e transforma a vida de cada um de nós. Uma revolução que não vem como conta-gotas, mas é como uma cascata que se expande por toda a existência. Esta não é marcada por “pequenas felicidades”, mas por ondas que levam tudo.

Nosso Deus é sonhador

Francisco convidou os fiéis a imaginarem este instante em que Deus nos chama por nome e diz: “Levante-se, pare de chorar, porque vim libertar!”. Jesus, prosseguiu, não se adapta ao mundo, tolerando que prevaleçam a morte, o ódio, a destruição moral das pessoas… “O nosso Deus não está inerte, permito-me dizer que nosso Deus é um sonhador, que sonha a transformação do mundo e a realizou no mistério da Ressurreição.”
O Papa concluiu falando novamente de Maria Madalena. Esta mulher que, antes de encontrar Jesus estava à mercê do maligno, agora se transformou em apóstola da nova e maior esperança.
“Que a sua intercessão  nos ajude a viver também nós esta experiência: na hora do pranto e do abandono, ouvir Jesus Ressuscitado que nos chama por nome, e com o coração repleto de alegria anunciar: Vi o Senhor! Mudei de vida porque vi o Senhor. Esta é a nossa força e esta é a nossa esperança.”

Fonte: Canção Nova

5ª Semana da Páscoa - Quinta-feira 18/05/2017

Evangelho (Jo 15,9-11)

O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 9“Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. Permanecei no meu amor. 10Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu guardei os mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor. 11Eu vos disse isto, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja plena”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

PROGRAMAÇÃO DO III RETIRO DIOCESANO DAS SANTAS MISSÕES POPULARES


SEXTA-FEIRA – 19/05

16:00h - 18:00h – Acolhida
18:00h – Jantar
19:00h – Oração de abertura
19:30h – Apresentação da Infância e Adolescência Missionária - IAM
19:45h – Palavra do Bispo e Pe. Luis Mosconi
20:00h – Acolhida dos murais preparados pelas paróquias e testemunhos da caminhada missionária
20:30h – Hospedagens


SÁBADO – 20/05

08:00h – Oração
08:30h – 10:00 – Análise de conjuntura do mundo, do Brasil e da região
10:00h Intervalo
10:30h - 12:00h – Aprofundamento das Bem-Aventuranças
12:00h - Almoço
14:00 – 16h - O pobre no Evangelho de Mateus
16:00h – Lanche
16:30 – 18:00h – Capítulo VIII do livro A Vida é Missão (Missão e opção pelos pobres)
18:00h – Jantar
19:30h -Vigília de oração.

DOMINGO – 21/05

08:00h – Missa presidida pelo Bispo Diocesano Dom Mariano Manzana e concelebrada pelos sacerdotes presentes
09:30h – Lançamento do mais novo livro de Pe. Luis Mosconi - Dar Sentido Verdadeiro à Vida
10:00h – Estabelecer alguns compromissos de ordem social, política e ecológica
09:30h - Exposição dos compromissos
10:15h - Encaminhamentos
11:30h – Envio missionário

Mais informações- Cúria Diocesana- 3314.7255

5ª Semana da Páscoa - Quarta-feira 17/05/2017

Evangelho (Jo 15,1-8)

O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 1“Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. 2Todo ramo que em mim não dá fruto ele o corta; e todo ramo que dá fruto, ele o limpa, para que dê mais fruto ainda. 3Vós já estais limpos por causa da palavra que eu vos falei. 4Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira, assim também vós não podereis dar fruto, se não permanecerdes em mim.
5Eu sou a videira e vós os ramos. Aquele que permanece em mim e eu nele, esse produz muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. 6Quem não permanecer em mim, será lançado fora como um ramo e secará. Tais ramos são recolhidos, lançados no fogo e queimados. 7Se permanecerdes em mim e minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes e vos será dado. 8Nisto meu Pai é glorificado: que deis muito fruto e vos torneis meus discípulos.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.