quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Mensagem do Papa para Jornada Mundial da Juventude 2016
MENSAGEM
Segunda-feira, 28 de setembro
Boletim da Santa Sé
«Felizes
os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia» (Mt 5, 7)
Queridos
jovens!
Chegamos
à última etapa da nossa peregrinação para Cracóvia, onde juntos,
no mês de Julho do próximo ano, celebraremos a XXXI Jornada Mundial
da Juventude. No nosso longo e exigente caminho, temos sido guiados
pelas palavras de Jesus tiradas do «Sermão da Montanha». Iniciámos
este percurso em 2014, meditando juntos sobre a primeira
Bem-aventurança: «Felizes os pobres em espírito, porque deles é o
Reino do Céu» (Mt 5, 3). O ano de 2015 teve como tema «felizes os
puros de coração, porque verão a Deus» (Mt 5, 8). No ano que
temos pela frente, queremos deixar-nos inspirar pelas palavras:
«Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia»(Mt
5, 7).
1.
Jubileu da Misericórdia
Com
este tema, a JMJ de Cracóvia 2016 insere-se no Ano Santo da
Misericórdia, tornando-se um verdadeiro e próprio Jubileu dos
Jovens a nível mundial. Não é a primeira vez que um encontro
internacional dos jovens coincide com um Ano Jubilar. De facto, foi
durante o Ano Santo da Redenção (1983/1984) que São João Paulo II
convocou pela primeira vez os jovens de todo o mundo para o Domingo
de Ramos. Depois durante o Grande Jubileu do ano 2000, mais de dois
milhões de jovens, provenientes de cerca 165 países, reuniram-se em
Roma para a XV Jornada Mundial da Juventude. Como aconteceu nestes
dois casos anteriores, tenho certeza de que o Jubileu dos Jovens em
Cracóvia será um dos momentos fortes deste Ano Santo.
Talvez
algum de vós se interrogue: Que é este Ano Jubilar celebrado na
Igreja? O texto bíblico de Levítico 25 ajuda-nos a compreender o
significado que tinha um «jubileu» para o povo de Israel: de
cinquenta em cinquenta anos, os judeus ouviam ressoar a trombeta
(jobel) que os convocava (jobil) para celebrarem um ano santo como
tempo de reconciliação (jobal) para todos. Neste período, devia-se
recuperar uma relação boa com Deus, com o próximo e com a criação,
baseada na gratuidade. Por isso, entre outras coisas, promovia-se o
perdão das dívidas, uma particular ajuda a quem caíra na miséria,
a melhoria das relações entre as pessoas e a libertação dos
escravos.
Jesus
Cristo veio anunciar e realizar o tempo perene da graça do Senhor,
levando a boa nova aos pobres, a liberdade aos prisioneiros, a vista
aos cegos e a libertação aos oprimidos (cf. Lc 4, 18-19). N’Ele,
especialmente no seu Mistério Pascal, realiza-se plenamente o
sentido mais profundo do jubileu. Quando, em nome de Cristo, a Igreja
convoca um jubileu, somos todos convidados a viver um tempo
extraordinário de graça. A própria Igreja é chamada a oferecer,
com abundância, sinais da presença e proximidade de Deus, a
despertar nos corações a capacidade de olhar para o essencial.
Nomeadamente este Ano Santo da Misericórdia «é o tempo para a
Igreja reencontrar o sentido da missão que o Senhor lhe confiou no
dia de Páscoa: ser instrumento da misericórdia do Pai» (Homilia
nas Primeiras Vésperas do Domingo da Misericórdia Divina, 11 de
Abril de 2015).
2.
Misericordiosos como o Pai
Este
Jubileu extraordinário tem como lema «misericordiosos como o Pai»
(cf. Misericordiae Vultus, 13), aparecendo associado com ele o tema
da próxima JMJ. Procuremos então compreender melhor que significa a
misericórdia divina.
Para
falar de misericórdia, o Antigo Testamento usa vários termos, sendo
os mais significativos hesed e rahamim. O primeiro, aplicado a Deus,
expressa a sua fidelidade indefectível à Aliança com o seu povo,
que Ele ama e perdoa para sempre. O segundo, rahamim, pode ser
traduzido por «entranhas», evocando de modo especial o ventre
materno e fazendo-nos compreender o amor de Deus pelo seu povo como o
duma mãe pelo seu filho. Assim no-lo apresenta o profeta Isaías:
«Acaso pode uma mulher esquecer-se do seu bebé, não ter carinho
pelo fruto das suas entranhas? Ainda que ela se esquecesse dele, Eu
nunca te esqueceria» (Is 49,15). Um amor assim implica criar dentro
de mim espaço para o outro, sentir, sofrer e alegrar-me com o
próximo.
No
conceito bíblico de misericórdia, está incluída também a
valência concreta dum amor que é fiel, gratuito e sabe perdoar.
Neste texto de Oseias, temos um belíssimo exemplo do amor de Deus,
comparado ao dum pai pelo seu filho: «Quando Israel era ainda
menino, Eu amei-o, e chamei do Egipto o meu filho. Mas, quanto mais
os chamei, mais se afastaram (…). Entretanto, Eu ensinava Efraim a
andar, trazia-o nos meus braços, mas não reconheceram que era Eu
quem cuidava deles. Segurava-os com laços humanos, com laços de
amor, fui para eles como os que levantam uma criancinha contra o seu
rosto; inclinei-me para ele para lhe dar de comer» (Os 11, 1-4).
Apesar do comportamento errado do filho, que mereceria uma punição,
o amor do pai é fiel e perdoa sempre um filho arrependido. Como
vemos, na misericórdia está sempre incluído o perdão; a
misericórdia divina «não é uma ideia abstracta mas uma realidade
concreta, pela qual Ele revela o seu amor como o de um pai e de uma
mãe que se comovem pelo próprio filho. (…) Provém do íntimo
como um sentimento profundo, natural, feito de ternura e compaixão,
de indulgência e perdão» (Misericordiae Vultus, 6).
O
Novo Testamento fala-nos da misericórdia divina (eleos) como síntese
da obra que Jesus veio realizar no mundo em nome do Pai (cf. Mt 9,
13). A misericórdia de Nosso Senhor manifesta-se sobretudo quando Se
debruça sobre a miséria humana e demonstra a sua compaixão por
quem precisa de compreensão, cura e perdão. Em Jesus, tudo fala de
misericórdia. Mais ainda, Ele mesmo é a misericórdia.
No
capítulo 15 do Evangelho de Lucas, podemos encontrar as três
parábolas da misericórdia: a ovelha tresmalhada, a moeda perdida e
a conhecida por «filho pródigo». Nestas três parábolas,
impressiona a alegria de Deus, a alegria que Ele sente quando
reencontra um pecador e o perdoa. Sim, a alegria de Deus é perdoar!
Aqui está a síntese de todo o Evangelho. «Cada um de nós é
aquela ovelha tresmalhada, a moeda perdida; cada um de nós é aquele
filho que esbanjou a própria liberdade, seguindo ídolos falsos,
miragens de felicidade, e perdeu tudo. Mas Deus não Se esquece de
nós, o Pai nunca nos abandona. É um pai paciente, espera-nos
sempre! Respeita a nossa liberdade, mas permanece sempre fiel. E,
quando voltamos para Ele, acolhe-nos como filhos na sua casa, porque
nunca, nem sequer por um momento, deixa de esperar por nós com amor.
E o seu coração fica em festa por cada filho que volta para Ele.
Fica em festa, porque Deus é alegria. Vive esta alegria, cada vez
que um de nós, pecadores, vai ter com Ele e pede o seu perdão»
(Angelus, 15 de Setembro de 2013).
A
misericórdia de Deus é muito concreta, e todos somos chamados a
fazer experiência dela pessoalmente. Quando tinha dezassete anos,
num dia em que devia sair com os meus amigos, decidi passar antes
pela igreja. Ali encontrei um sacerdote que me inspirou particular
confiança e senti o desejo de abrir o meu coração na Confissão.
Aquele encontro mudou a minha vida. Descobri que, quando abrimos o
coração com humildade e transparência, podemos contemplar de forma
muito concreta a misericórdia de Deus. Tive a certeza de que Deus,
na pessoa daquele sacerdote, já estava à minha espera, ainda antes
que desse o primeiro passo para ir à igreja. Nós procuramo-Lo, mas
Ele antecipa-Se-nos sempre, desde sempre nos procura e encontra-nos
primeiro. Talvez algum de vós sinta um peso no coração e pense:
Fiz isto, fiz aquilo… Não temais! Ele espera-vos. É pai; sempre
nos espera. Como é belo encontrar no sacramento da Reconciliação o
abraço misericordioso do Pai, descobrir o confessionário como o
lugar da Misericórdia, deixar-nos tocar por este amor misericordioso
do Senhor que nos perdoa sempre!
E
tu, caro jovem, cara jovem, já alguma vez sentiste pousar sobre ti
este olhar de amor infinito que, para além de todos os teus pecados,
limitações e fracassos, continua a confiar em ti e a olhar com
esperança para a tua vida? Estás consciente do valor que tens
diante de um Deus que, por amor, te deu tudo? Como nos ensina São
Paulo, assim «Deus demonstra o seu amor para connosco: quando ainda
éramos pecadores é que Cristo morreu por nós» (Rm 5, 8). Mas
compreendemos verdadeiramente a força destas palavras?
Sei
como todos vós amais a cruz das JMJ’s – dom de São João Paulo
II – que, desde 1984, acompanha todos os vossos Encontros Mundiais.
Na vida de inúmeros jovens, quantas mudanças – verdadeiras e
próprias conversões – brotaram do encontro com esta cruz singela!
Talvez vos tenhais posto a questão: donde vem esta força
extraordinária da cruz? Aqui tendes a resposta: a cruz é o sinal
mais eloquente da misericórdia de Deus. Atesta-nos que a medida do
amor de Deus pela humanidade é amar sem medida. Na cruz, podemos
tocar a misericórdia de Deus e deixar-nos tocar pela sua própria
misericórdia. Gostaria aqui de lembrar o episódio dos dois
malfeitores crucificados ao lado de Jesus: um deles é presunçoso,
não se reconhece pecador, insulta o Senhor. O outro, ao contrário,
reconhece ter errado, volta-se para o Senhor e diz-Lhe: «Jesus,
lembra-Te de mim, quando estiveres no teu Reino». Jesus fixa-o com
infinita misericórdia e responde-lhe: «Hoje estarás comigo no
Paraíso» (cf. Lc 23, 32.39-43). Com qual dos dois nos
identificamos? Com aquele que é presunçoso e não reconhece os
próprios erros? Ou com o outro, que se reconhece necessitado da
misericórdia divina e implora-a de todo o coração? No Senhor, que
deu a sua vida por nós na cruz, encontraremos sempre o amor
incondicional que reconhece a nossa vida como um bem e sempre nos dá
a possibilidade de recomeçar.
3.
A alegria extraordinária de sermos instrumentos da misericórdia de
Deus
A
Palavra de Deus ensina-nos que «a felicidade está mais em dar do
que em receber» (Act 20, 35). É precisamente por este motivo que a
quinta Bem-aventurança declara felizes os misericordiosos. Sabemos
que o Senhor nos amou primeiro. Mas só seremos verdadeiramente
bem-aventurados, felizes, se entrarmos na lógica divina do dom, do
amor gratuito, se descobrirmos que Deus nos amou infinitamente para
nos tornar capazes de amar como Ele, sem medida. Como diz São João:
«Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus, e
todo aquele que ama nasceu de Deus e chega ao conhecimento de Deus.
Aquele que não ama não chegou a conhecer a Deus, pois Deus é amor.
(…) É nisto que está o amor: não fomos nós que amamos a Deus,
mas foi Ele mesmo que nos amou e enviou o seu Filho como vítima de
expiação pelos nossos pecados. Caríssimos, se Deus nos amou assim,
também nós devemos amar-nos uns aos outros» (1 Jo 4, 7-11).
Depois
de vos ter explicado muito resumidamente como o Senhor exerce a sua
misericórdia para connosco, quereria sugerir-vos em concreto como
podemos ser instrumentos desta mesma misericórdia para com o nosso
próximo.
Aqui
vem-me ao pensamento o exemplo do bem-aventurado Piergiorgio
Frassati. Dizia ele: «Jesus faz-me visita cada manhã na Comunhão,
eu restituo-a no mísero modo que posso, ou seja, visitando os
pobres». Piergiorgio era um jovem que compreendera o que significa
ter um coração misericordioso, sensível aos mais necessitados.
Dava-lhes muito mais do que meras coisas materiais; dava-se a si
mesmo, disponibilizava tempo, palavras, capacidade de escuta. Servia
os pobres com grande discrição, não se pondo jamais em evidência.
Vivia realmente o Evangelho, que diz: «Quando deres esmola, que a
tua mão esquerda não saiba o que faz a tua direita, a fim de que a
tua esmola permaneça em segredo» (Mt 6, 3-4). Imaginai vós que, no
dia anterior ao da sua morte, gravemente doente, ainda se pôs a dar
orientações sobre o modo como ajudar os seus amigos necessitados.
No seu funeral, os familiares e amigos ficaram estupefactos com a
presença de tantos pobres, a eles desconhecidos, que tinham sido
acompanhados e ajudados pelo jovem Piergiorgio.
Sempre
me apraz associar as Bem-aventuranças evangélicas com o capítulo
25 de Mateus, quando Jesus nos apresenta as obras de misericórdia e
diz que seremos julgados com base nelas. Por isso, convido-vos a
redescobrir as obras de misericórdia corporal: dar de comer a quem
tem fome, dar de beber a quem tem sede, vestir os nus, dar pousada
aos peregrinos, assistir aos enfermos, visitar os presos, enterrar os
mortos. E não esqueçamos as obras de misericórdia espiritual: dar
bons conselhos, ensinar os ignorantes, corrigir os que erram,
consolar os tristes, perdoar as injúrias, suportar com paciência as
fraquezas do nosso próximo, rezar a Deus por vivos e defuntos. Como
vedes, a misericórdia não é bonomia, nem mero sentimentalismo.
Aqui está o critério de autenticidade do nosso ser discípulos de
Jesus, da nossa credibilidade como cristãos no mundo de hoje.
Dado
que vós, jovens, sois muito concretos, quereria propor-vos a escolha
de uma obra de misericórdia corporal e outra de misericórdia
espiritual para pôr em prática cada mês nos primeiros sete meses
de 2016. Deixai-vos inspirar pela oração de Santa Faustina,
apóstola humilde da Misericórdia Divina nos nossos tempos:
«Ajuda-me,
Senhor, para que (…) os meus olhos sejam misericordiosos, de modo
que eu jamais suspeite nem julgue as pessoas pela aparência externa,
mas perceba a beleza interior dos outros e possa ajudá-los (…); o
meu ouvido seja misericordioso, de modo que eu esteja atenta às
necessidades do próximo e não me permitais permanecer indiferente
diante de suas dores e lágrimas (…); a minha língua seja
misericordiosa, de modo que eu nunca fale mal do próximo; que eu
tenha para cada um deles uma palavra de conforto e de perdão (…);
as minhas mãos sejam misericordiosas e transbordantes de boas obras
(…); os meus pés sejam misericordiosos, levem sem descanso ajuda
aos meus irmãos, vencendo a fadiga e o cansaço (…); o meu coração
seja misericordioso, para que eu seja sensível a todos os
sofrimentos do
próximo» (Diário, 163).
próximo» (Diário, 163).
Assim,
a mensagem da Misericórdia Divina constitui um programa de vida
muito concreto e exigente, porque implica obras. E uma das obras de
misericórdia mais evidentes, embora talvez das mais difíceis de
praticar, é perdoar a quem nos ofendeu, a quem nos fez mal, àqueles
que consideramos como inimigos. «Tantas vezes, como parece difícil
perdoar! E, no entanto, o perdão é o instrumento colocado nas
nossas frágeis mãos para alcançar a serenidade do coração.
Deixar de lado o ressentimento, a raiva, a violência e a vingança
são condições necessárias para se viver feliz» (Misericordiae
Vultus, 9).
Encontro
muitos jovens que se dizem cansados deste mundo tão dividido, no
qual se digladiam partidários de diferentes facções, existem
muitas guerras e há até quem use a própria religião como
justificação da violência. Temos de suplicar ao Senhor que nos dê
a graça de ser misericordiosos com quem nos faz mal; como Jesus que,
na cruz, assim rezava por aqueles que O crucificaram: «Perdoa-lhes,
Pai, porque não sabem o que fazem» (Lc 23, 34). O único caminho
para vencer o mal é a misericórdia. A justiça é necessária, e
muito! Mas, sozinha, não basta. Justiça e misericórdia devem
caminhar juntas. Quanto desejaria que nos uníssemos todos numa
oração coral, saída do mais fundo dos nossos corações,
implorando que o Senhor tenha misericórdia de nós e do mundo
inteiro!
4.
Cracóvia espera-nos!
Faltam
poucos meses para o nosso encontro na Polónia. Cracóvia, a cidade
de São João Paulo II e de Santa Faustina Kowalska, espera-nos com
os braços e o coração abertos. Creio que a Providência Divina nos
tenha guiado para celebrarmos o Jubileu dos Jovens precisamente no
lugar onde viveram estes dois grandes apóstolos da misericórdia dos
nossos tempos. João Paulo II intuiu que este era o tempo da
misericórdia. No início do seu pontificado, escreveu a encíclica
Dives in misericordia. No Ano Santo de 2000, canonizou a Irmã
Faustina, instituindo também a Festa da Misericórdia Divina, no
segundo Domingo de Páscoa. E, no ano 2002, inaugurou pessoalmente,
em Cracóvia, o Santuário de Jesus Misericordioso, consagrando o
mundo à Misericórdia Divina e manifestando o desejo de que esta
mensagem chegasse a todos os habitantes da terra e cumulasse os seus
corações de esperança: «É preciso acender esta centelha da graça
de Deus. É necessário transmitir ao mundo este fogo da
misericórdia. Na misericórdia de Deus o mundo encontrará a paz, e
o homem a felicidade!» (Homilia na Dedicação do Santuário da
Misericórdia Divina em Cracóvia, 17 de Agosto de 2002).
Queridos
jovens, Jesus misericordioso, representado na imagem venerada pelo
povo de Deus no santuário de Cracóvia a Ele dedicado, espera-vos.
Fia-Se de vós e conta convosco. Tem muitas coisas importantes a
dizer a cada um e a cada uma de vós… Não tenhais medo de fixar os
seus olhos cheios de amor infinito por vós e deixai-vos alcançar
pelo seu olhar misericordioso, pronto a perdoar todos os vossos
pecados, um olhar capaz de mudar a vossa vida e curar as feridas da
vossa alma, um olhar que sacia a sede profunda que habita nos vossos
corações jovens: sede de amor, de paz, de alegria e de verdadeira
felicidade. Vinde a Ele e não tenhais medo! Vinde dizer-Lhe do mais
fundo dos vossos corações: «Jesus, confio em Vós!» Deixai-vos
tocar pela sua misericórdia sem limites, a fim de, por vossa vez,
vos tornardes apóstolos da misericórdia, através das obras, das
palavras e da oração, neste nosso mundo ferido pelo egoísmo, o
ódio e tanto desespero.
Levai
a chama do amor misericordioso de Cristo – de que falava São João
Paulo II – aos ambientes da vossa vida diária e até aos confins
da terra. Nesta missão, acompanho-vos com os meus votos de todo o
bem e as minhas orações, entrego-vos todos à Virgem Maria, Mãe da
Misericórdia, nesta última etapa do caminho de preparação
espiritual para a próxima JMJ de Cracóvia, e de coração a todos
vos abençoo.
Vaticano,
15 de Agosto,
Solenidade da Assunção da Virgem Santa Maria – de 2015.
Solenidade da Assunção da Virgem Santa Maria – de 2015.
FRANCISCUS
FONTE:
CANÇÃO NOVA
Padre comenta mensagem e preparativos para a JMJ 2016
Preparativos
para a JMJ 2016 caminham bem, disse o padre responsável pelo Setor
Juventude do Pontifício Conselho para os Leigos, padre João Chagas
Da
redação, com Rádio Vaticano
A
Santa Sé divulgou nesta segunda-feira, 28, a
mensagem do Papa Francisco para o a Jornada Mundial da Juventude
2016,
em Cracóvia (Polônia).
Recordando
que “a misericórdia não é bonomia nem mero sentimentalismo”, o
Papa faz uma proposta aos jovens: escolher, entre janeiro e julho de
2016, mês da Jornada, uma obra de misericórdia corporal e uma
espiritual para colocar em prática a cada mês
O
responsável pelo Setor Juventude do Pontifício Conselho para os
Leigos, padre João Chagas, comentou o pedido de Francisco para
evento juvenil: “O Papa diz que os jovens são muito concretos, e é
verdade. Ele sempre pede muito que a fé seja vivida de forma
concreta, não só com bons propósitos, com espiritualidade vaga,
mas que ela desça, que seja concretizada na realidade”.
Padre
João recorda que o Papa começou a falar disso com os jovens no Rio
de Janeiro quando no encontro com os argentinos, dizia-lhes: “Leiam
as bem-aventuranças e vivam Mateus 25”; onde estão descritas as
obras de misericórdia.
“Ele
continuou, coerentemente, pedindo sempre isso aos jovens.
Interessante é que o Papa lançou esse caminho de preparação para
a Jornada de Cracóvia já no outono de 2013, dizendo que o tema da
JMJ 2016 seria “Feliz os misericordiosos”. Por isso, quando nesse
ano o Papa anunciou o Jubileu da Misericórdia, pra nós foi uma
grata e imensa surpresa e alegria perceber que já estávamos nesse
caminho”.
Preparativos
para a JMJ 2016
Os
preparativos têm caminhado bem, com contatos diários com Cracóvia,
segundo padre João. Ele afirma que as inscrições também caminham
bem, com interesse “muito bom” por parte dos fiéis. Além disso,
elogiou o trabalho de preparação dos lugares onde se realizarão o
encontro com o Papa, e também a colaboração do comitê organizador
com Roma ou com as autoridades locais.
“Os
desafios não faltam porque é um evento muito complexo, ao mesmo
tempo simples e complexo, porque são vários eventos dentro de um
evento. Mas as coisas têm caminhado bem. Pedimos a oração de todos
para que continue assim e Deus abençoe muito esse encontro com os
jovens, que no final das contas, é um encontro com Jesus, com Jesus
Misericordioso”, concluiu.
FONTE:
CANÇÃO NOVA
SANTO DO DIA - São Jerônimo, presbítero e doutor da Igreja

Neste
último dia do mês da Bíblia, celebramos a memória do grande
“tradutor e exegeta das Sagradas Escrituras”: São Jerônimo,
presbítero e doutor da Igreja. Ele nasceu na Dalmácia em 340, e
ficou conhecido como escritor, filósofo, teólogo, retórico,
gramático, dialético, historiador, exegeta e doutor da Igreja. É
de São Jerônimo a célebre frase: “Ignorar
as Escrituras é ignorar a Cristo”.
Com
posse da herança dos pais, foi realizar sua vocação de ardoroso
estudioso em Roma. Estando na “Cidade Eterna”, Jerônimo
aproveitou para visitar as Catacumbas, onde contemplava as capelas e
se esforçava para decifrar os escritos nos túmulos dos mártires.
Nessa cidade, ele teve um sonho que foi determinante para sua
conversão: neste sonho, ele se apresentava como cristão e era
repreendido pelo próprio Cristo por estar faltando com a verdade
(pois ainda não havia abraçado as Sagradas Escrituras, mas somente
escritos pagãos). No fim da permanência em Roma, ele foi batizado.
Após
isso, iniciou os estudos teológicos e decidiu lançar-se numa
peregrinação à Terra Santa, mas uma prolongada doença obrigou-o a
permanecer em Antioquia. Enfastiado do mundo e desejoso de quietude e
penitência, retirou-se para o deserto de Cálcida, com o propósito
de seguir na vida eremítica. Ordenado sacerdote em 379, retirou-se
para estudar, a fim de responder com a ajuda da literatura às
necessidades da época. Tendo estudado as línguas originais para
melhor compreender as Escrituras, Jerônimo pôde, a pedido do Papa
Dâmaso, traduzir com precisão a Bíblia para o latim (língua
oficial da Igreja na época). Esta tradução recebeu o nome
de Vulgata. Assim, com
alegria, dedicação sem igual e prazer se empenhou para enriquecer a
Igreja universal.
Saiu
de Roma e foi viver definitivamente em Belém no ano de 386, onde
permaneceu como monge penitente e estudioso, continuando as traduções
bíblicas, até falecer em 420, aos 30 de setembro com, praticamente,
80 anos de idade. A Igreja declarou-o padroeiro de todos os que se
dedicam ao estudo da Bíblia e fixou o “Dia da Bíblia” no mês
do seu aniversário de morte, ou ainda, dia da posse da grande
promessa bíblica: a Vida Eterna.
São
Jerônimo, rogai por nós!
Fonte:
Canção Nova
Quarta-feira 30/09/2015
Evangelho (Lc
9,57-62)
— O
Senhor esteja convosco.
— Ele
está no meio de nós.
— Proclamação
do Evangelho de Jesus Cristo + segundo
Lucas.
— Glória
a vós, Senhor.
Naquele
tempo, 57enquanto
Jesus e seus discípulos caminhavam, alguém na estrada disse a
Jesus: “Eu te seguirei para onde quer que fores”. 58Jesus
lhe respondeu: “As raposas têm tocas e os pássaros têm ninhos;
mas o Filho do Homem não tem onde repousar a cabeça”. 59Jesus
disse a outro: “Segue-me”. Este respondeu: “Deixa-me primeiro
ir enterrar meu pai”. 60Jesus
respondeu: “Deixa que os mortos enterrem os seus mortos; mas tu,
vai anunciar o Reino de Deus”. 61Um
outro ainda lhe disse: “Eu te seguirei, Senhor, mas deixa-me
primeiro despedir-me dos meus familiares”. 62Jesus,
porém, respondeu-lhes: “Quem põe a mão no arado e olha para trás
não está apto para o Reino de Deus”.
— Palavra
da Salvação.
— Glória
a vós, Senhor.
terça-feira, 29 de setembro de 2015
Francisco propõe atos de misericórdia em preparação à JMJ
Papa
sugere a jovens que de janeiro a julho de 2016 escolham uma obra de
misericórdia corporal e uma espiritual para colocar em prática a
cada mês
“Felizes
os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia” (Mt 5, 7) é
o tema da Mensagem do Papa Francisco para a 31ª
Jornada Mundial da Juventude de Cracóvia 2016.
Cracóvia
acolherá uma Jornada especial, que Francisco definiu como um
“Jubileu dos jovens”. Será a primeira a ser celebrada depois da
canonização de João Paulo II, idealizador das JMJs e, sobretudo,
se inserirá no Ano
da Misericórdia convocado pelo Papa.
Leia
também
A
misericórdia é uma realidade concreta
Francisco
exorta os jovens a compreenderem que o amor de Deus pelo seu povo é
como o de uma mãe ou de um pai por seu filho: um amor capaz de
“criar dentro de mim espaço para o outro, sentir, sofrer e
alegrar-me com o próximo”, um amor “fiel, que perdoa sempre”.
Por
isso, o Pontífice destaca que na misericórdia está sempre incluído
o perdão, porque não se trata de uma ideia abstrata, mas de uma
realidade concreta. Em Jesus, “tudo fala de misericórdia”, ou
melhor “Ele próprio é misericórdia”, e a “síntese de todo o
Evangelho” está nisto: “a alegria de Deus é perdoar”.
Confessionário,
lugar da misericórdia
No
texto, o Papa recorda sua experiência juvenil quando, aos 17 anos, o
encontro com um sacerdote, durante a Confissão, mudou a sua vida.
Ele faz então um convite aos jovens para se aproximarem deste
Sacramento e explica que quando se abre o coração com humildade e
transparência, pode-se contemplar de forma concreta a misericórdia
de Deus.
O
confessionário é “o lugar da misericórdia”, destaca Francisco,
porque “o Senhor nos perdoa sempre” e nos olha com um olhar de
amor infinito, para além de todos os nossos pecados, limitações e
fracassos.
Misericórdia
não é bonomia nem sentimentalismo
Francisco
adverte que a misericórdia não só se recebe, mas se coloca em
prática. “Só seremos realmente felizes se entrarmos na lógica
divina do dom, do amor gratuito, sem medida”.
Recordando
que “a misericórdia não é bonomia nem mero sentimentalismo”, o
Papa faz um proposta aos jovens: escolher, entre janeiro e julho de
2016, mês da Jornada, uma obra de misericórdia corporal e uma
espiritual para colocar em prática a cada mês. A mensagem da Divina
Misericórdia, recorda Francisco, é “um programa de vida muito
concreto e exigente”, que implica obras, entre as quais perdoar que
nos ofendeu.
Justiça
e misericórdia caminham juntas
Num
mundo em que os jovens se declaram cansados, em meio a tantas guerras
e violência, o Papa reitera que a misericórdia é o único caminho
para vencer o mal. A justiça, escreve ele, é necessária, mas não
suficiente, porque “justiça e misericórdia devem caminhar
juntas”.
Cracóvia
nos espera!
“Cracóvia
espera-nos com os braços e o coração abertos!”, afirma ainda o
Papa aos jovens, “vinde a Ele e não tenhais medo”.
JMJ
e Jubileu
Em
2016, pela terceira vez uma JMJ coincidirá com um Ano Jubilar. A
primeira vez foi em 1983-84, durante o Ano Santo da Redenção.
Depois, o Grande Jubileu do Ano 2000, quando mais de dois milhões de
jovens de cerca de 165 países se reuniram em Roma para a 15ª JMJ.
FONTE:
CANÇÃO NOVA
SANTO DO DIA - Santos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael
Com
alegria, comemoramos a festa de três Arcanjos neste dia: Miguel,
Gabriel e Rafael. A Igreja Católica, guiada pelo Espírito Santo,
herdou do Antigo Testamento a devoção a estes amigos, protetores e
intercessores que do Céu vêm em nosso socorro pois, como São
Paulo, vivemos num constante bom combate. A
palavra “Arcanjo” significa “Anjo
principal”. E a palavra“Anjo”, por
sua vez, significa “mensageiro”.
São
Miguel
O nome do Arcanjo Miguel possui um revelador significado em hebraico: “Quem como Deus”. Segundo a Bíblia, ele é um dos sete espíritos assistentes ao Trono do Altíssimo, portanto, um dos grandes príncipes do Céu e ministro de Deus. No Antigo Testamento o profeta Daniel chama São Miguel de príncipe protetor dos judeus, enquanto que, no Novo Testamento ele é o protetor dos filhos de Deus e de sua Igreja, já que até a segunda vinda do Senhor estaremos em luta espiritual contra os vencidos, que querem nos fazer perdedores também. “Houve então um combate no Céu: Miguel e seus anjos combateram contra o dragão. Também o dragão combateu, junto com seus anjos, mas não conseguiu vencer e não se encontrou mais lugar para eles no Céu”. (Apocalipse 12,7-8)
O nome do Arcanjo Miguel possui um revelador significado em hebraico: “Quem como Deus”. Segundo a Bíblia, ele é um dos sete espíritos assistentes ao Trono do Altíssimo, portanto, um dos grandes príncipes do Céu e ministro de Deus. No Antigo Testamento o profeta Daniel chama São Miguel de príncipe protetor dos judeus, enquanto que, no Novo Testamento ele é o protetor dos filhos de Deus e de sua Igreja, já que até a segunda vinda do Senhor estaremos em luta espiritual contra os vencidos, que querem nos fazer perdedores também. “Houve então um combate no Céu: Miguel e seus anjos combateram contra o dragão. Também o dragão combateu, junto com seus anjos, mas não conseguiu vencer e não se encontrou mais lugar para eles no Céu”. (Apocalipse 12,7-8)
São
Gabriel
O nome deste Arcanjo, citado duas vezes nas profecias de Daniel, significa “Força de Deus” ou “Deus é a minha proteção”. É muito conhecido devido a sua singular missão de mensageiro, uma vez que foi ele quem anunciou o nascimento de João Batista e, principalmente, anunciou o maior fato histórico: “No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré… O anjo veio à presença de Maria e disse-lhe: ‘Alegra-te, ó tu que tens o favor de Deus’…” a partir daí, São Lucas narra no primeiro capítulo do seu Evangelho como se deu a Encarnação.
O nome deste Arcanjo, citado duas vezes nas profecias de Daniel, significa “Força de Deus” ou “Deus é a minha proteção”. É muito conhecido devido a sua singular missão de mensageiro, uma vez que foi ele quem anunciou o nascimento de João Batista e, principalmente, anunciou o maior fato histórico: “No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré… O anjo veio à presença de Maria e disse-lhe: ‘Alegra-te, ó tu que tens o favor de Deus’…” a partir daí, São Lucas narra no primeiro capítulo do seu Evangelho como se deu a Encarnação.
São
Rafael
Um dos sete espíritos que assistem ao Trono de Deus. Rafael aparece no Antigo Testamento no livro de Tobit. Este arcanjo de nome “Deus curou” ou “Medicina de Deus”, restituiu à vista do piedoso Tobit e nos demonstra que a sua presença, bem como a de Miguel e Gabriel, é discreta, porém, amiga e importante. “Tobias foi à procura de alguém que o pudesse acompanhar e conhecesse bem o caminho. Ao sair, encontrou o anjo Rafael, em pé diante dele, mas não suspeitou que fosse um anjo de Deus” (Tob 5,4).E
Um dos sete espíritos que assistem ao Trono de Deus. Rafael aparece no Antigo Testamento no livro de Tobit. Este arcanjo de nome “Deus curou” ou “Medicina de Deus”, restituiu à vista do piedoso Tobit e nos demonstra que a sua presença, bem como a de Miguel e Gabriel, é discreta, porém, amiga e importante. “Tobias foi à procura de alguém que o pudesse acompanhar e conhecesse bem o caminho. Ao sair, encontrou o anjo Rafael, em pé diante dele, mas não suspeitou que fosse um anjo de Deus” (Tob 5,4).E
São
Miguel, São Gabriel e São Rafael, rogai por nós!
Fonte:
Canção Nova
Terça-feira 29/09/2015
Evangelho (Jo
1,47-51)
— O
Senhor esteja convosco.
— Ele
está no meio de nós.
— Proclamação
do Evangelho de Jesus Cristo + segundo
João.
— Glória
a vós, Senhor.
Naquele
tempo, 47Jesus
viu Natanael que vinha para ele e comentou: “Aí vem um israelita
de verdade, um homem sem falsidade”. 48Natanael
perguntou: “De onde me conheces?” Jesus respondeu: “Antes que
Filipe te chamasse, enquanto estavas debaixo da figueira, eu te
vi”. 49Natanael
respondeu: “Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és o Rei de
Israel”. 50Jesus
disse: “Tu crês porque te disse: “Eu te vi debaixo da figueira?
Coisas maiores que esta verás!” 51E
Jesus continuou: “Em verdade, em verdade eu vos digo: Vereis o céu
aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem”.
— Palavra
da Salvação.
— Glória
a vós, Senhor.
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
Papa sobre abusos sexuais: Deus chora profundamente
Neste
domingo, 27, o Papa Francisco se reuniu com vítimas de abusos
sexuais cometidos por membros da Igreja
Da
redação, com Rádio Vaticano
O
Papa Francisco se reuniu com vítimas de abusos sexuais cometidos por
membros da Igreja. Ele mesmo o anunciou neste domingo, 27, antes de
iniciar o seu discursos aos bispos da Filadélfia, na capela do
Seminário São Carlos Borromeu.
“Ficaram
gravadas no meu coração as histórias de dor e sofrimento dos
menores que foram abusados sexualmente por sacerdotes. Continuo a
cobrir-me de vergonha porque pessoas que tinham sob a sua
responsabilidade os cuidados de menores os violaram e lhes causaram
graves danos. Deus chora profundamente. Os crimes e pecados dos
abusos sexuais em menores não podem ser mantidos em segredo por mais
tempo. Comprometo-me por uma zelante vigilância da Igreja para
proteger os menores e prometo que todos os responsáveis prestarão
contas”.
Depois
de pronunciar estas palavras, que não estavam previstas no seu
discurso, Francisco revelou que se encontrou com um grupo de pessoas
abusadas, crianças que são ajudadas e acompanhadas na Filadélfia,
com carinho pelo Arcebispo Chaput.
Dom
Charles Chaput foi nomeado em 2011 para assumir a Arquidiocese de
Filadélfia na administração das comunidades mais feridas pelos
escândalos de abusos sexuais nos EUA, naquele mesmo ano, por
exemplo, 21 padres foram suspensos em decorrência do problema; a
maioria dos episódios de abusos teria ocorrido entre as décadas de
1960 e 1980.
FONTE:
CANÇÃO NOVA
Após viagem aos EUA, Papa agradece Nossa Senhora
Ao
chegar a Roma nesta segunda-feira, 28, o Papa foi à Basílica de
Santa Maria Maior agradecer sua visita a Cuba e EUA
Da
redação, com Rádio Vaticano
O
Papa Francisco chegou a Roma, ao aeroporto de Ciampino, na manhã
desta segunda-feira, 28, concluindo sua 10ª Viagem Apostólica
Internacional que o levou a Cuba e Estados Unidos.
Do
aeroporto o pontífice se dirigiu diretamente à Basílica de Santa
Maria Maior para um momento de oração e agradecimento a Nossa
Senhora, Salus
Populi Romani.
O ato tornou-se um costume de Francisco, antes e após suas viagens.
Antes
de partir para Cuba e Estados, Francisco foi ao templo mariano, no
último dia 18, para pedir à Mãe de Deus ajuda e proteção. É a
25ª vez que o Papa Francisco visita a Basílica de Santa Maria
Maior.
FONTE:
CANÇÃO NOVA
SANTO DO DIA - São Venceslau, o príncipe santo

O
santo que nos ensina com sua opção pelo Reino de Deus e de vida
constante na luta para a santidade, é o príncipe Venceslau. Sua
história se entrelaça com a vida e fé da família real. Nasceu em
907. Seu pai, Vratislau, era duque da Boêmia.
O
pai e sua avó eram cristãos fervorosos, ao passo que sua mãe era
uma pagã ambiciosa e inimiga da religião. São Venceslau foi
educado pela avó (Ludmila), por isso cresceu religioso e muito
caridoso para com os pobres, enquanto seu irmão educado pela mãe
(Boleslau) tornou-se violento e ambicioso.
Com
a morte do pai e pouca idade do santo herdeiro, a mãe má
intencionada assumiu o governo. Sendo assim tratou de expulsar os
missionários católicos. O povo revoltado, juntamente com os nobres
pressionaram o príncipe para assumir o governo e com o golpe de
estado Venceslau assumiu em 925.
Nos
oito anos de reinado, Venceslau honrou a fama de “O príncipe
santo”. Logo que assumiu o trono, tratou de construir igrejas,
mandou regressar os sacerdotes exilados, abriu as fronteiras aos
missionários da Suábia e da Baviera. Venceslau governou com tanta
justiça e brandura que com pouco tempo conquistou o coração do
povo que o amava e por ele era concretamente amado: protetor dos
pobres, dos doentes, dos encarcerados, dos órfãos e viúvas.
Verdadeiro pai.
Este
homem que muito se preocupou com a evangelização do povo a fim de
introduzir todos no “sistema de Deus”, era de profunda vida
espiritual mas, infelizmente, odiado pelo irmão Boleslau e pela mãe,
que além de matar a piedosa sogra – educadora do santo -,
concordou com a trama contra o filho.
Quando
nasceu o primogênito de Boleslau, São Venceslau foi convidado para
um solene banquete onde foi pensando na reconciliação de sua
família. Tendo saído para estar em oração, na capela real, foi
apunhalado pelo irmão e pelos capangas dele. Antes de cair morto,
São Venceslau pronunciou: “Em tuas mãos, ó Senhor, entrego o meu
espírito”. Isto ocorreu em 929.
São
Venceslau, rogai por nós!
Fonte:
Canção Nova
26ª Semana Comum - Segunda-feira 28/09/2015
Evangelho (Lc
9,46-50)
— O
Senhor esteja convosco.
— Ele
está no meio de nós.
— Proclamação
do Evangelho de Jesus Cristo + segundo
Lucas
— Glória
a vós, Senhor.
Naquele
tempo, 46houve
entre os discípulos uma discussão, para saber qual deles seria o
maior. 47Jesus
sabia o que estavam pensando, pegou então uma criança, colocou-a
junto de si 48e
disse-lhes: “Quem receber esta criança em meu nome, estará
recebendo a mim. E quem me receber, estará recebendo aquele que me
enviou. Pois aquele que entre todos vós for o menor, esse é o
maior”.
49João
disse a Jesus: “Mestre, vimos um homem que expulsa demônios em teu
nome. Mas nós lho proibimos, porque não anda conosco”. 50Jesus
disse-lhe: “Não o proibais, pois quem não está contra vós, está
a vosso favor”.
— Palavra
da Salvação.
— Glória
a vós, Senhor.
domingo, 27 de setembro de 2015
PROGRAMAÇÃO DO 2º DIA DO V ENCONTRO DE CURA E LIBERTAÇÃO
27/09/2015 – DOMINGO
MANHÃ
06:00h: Santa Missa.
08:00h: Louvor.
08:30h: 1°, Palestra e
Oração:
"Se vivemos pelo Espírito, andemos de acordo com o Espírito"
(GL 5,25)
10:00h: Intervalo.
10:15h: 4º Pregação e
Oração: “Senhor, se queres, Tu tens o poder de me purificar.”
(Mateus 8, 2)
Responsável: RCC Mossoró.
11:00h: Intervalo.
11:15h: 5° Pregação e
Oração: “ Deus nos marcou com um selo e colocou em nossos
corações a garantia do Espírito” (2 Coríntios 1, 22)
12:00h Almoço
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