sábado, 11 de agosto de 2012

Mulheres de aço e de flores


“Outro dia me pus a pensar que sou semelhante às mulheres da literatura de Érico Veríssimo. Aquelas que enquanto os homens se ocupavam da guerra, elas se ocupavam do tempo e do vento. Eu não tenho muitas definições a meu respeito; apenas respeito a dor de cada hora, a esperança de cada momento. E, se isso me define, então sou a dor que sabe esperar.” 

 ((Fábio de Melo)) 
Mulheres de aço e de flores

Nenhum comentário:

Postar um comentário